Antologia Beijo

Aparelho Kindle ligado na capa do livro Beijo, de vários autores. A capa é toda branca, com o sombreado de duas bocas se beijando e o título em letra refinada em cima. Acima está o nome da organizadora e abaixo a logo da editora. A foto também contém um batom vermelho de embalagem branca à direita e um copo deitado com balas de gelatina compridas também vermelhas dentro. O fundo é composto de papéis de três texturas diferentes: vermelha com corações brancos, listrado de preto e branco e branco com bolinhas pretas e marcas de bocas vermelhas.

Beijo (Antologia) *****
Capa do livro Beijo, de vários autores. A capa é toda branca, com o sombreado de duas bocas se beijando e o título em letra refinada em cima. Acima está o nome da organizadora e abaixo a logo da editora. Organização: Marianna Roman | Autores: Dielson Luz, Felipe Sanches, Kaline Bogard, Luly Lage, Nina Guerra, N S Fittz e Vanessa Oliveira.
Gênero: Romance, Crônica, Poesia
Ano: 2021
Número de páginas: 105p.
Editora: Grupo Editorial Quimera
Sinopse: “BEIJO
Beijo soprado
Beijo molhado
Beijo roubado
Beijo apaixonado

Beijo com medo
Beijo bem cedo
Beijo em segredo
Beijo de arremedo

Beijo comprido
Beijo bandido
Beijo fingido
Beijo escondido

Beijo de engodo
Beijo com remodo
Beijo que explodo
Beijo num todo

Beijo de veludo
Beijo sortudo
Beijo com conteúdo
Beijo… Sobretudo!”
(fonte)

Comentários: De 1781 a 2020, entre casais hétero e homo afetivos, nas suas relações que duram anos e as que nem sabemos quanto tempo vão durar, vividas por personagens com nomes repetidos e sem nome nenhum, que têm seus momentos contadas por meio de crônicas e poemas… A Antologia Beijo foi um dos lançamentos de Dia dos Namorados do Grupo Editorial Quimera, a primeira do selo exclusivamente digital nelas. Com organização de Marianna Roman e textos não só seus, mas também de outros sete escritores, esse livro fala da manifestação de carinho mais gostosa que existe no mundo, ele, o beijo! Alguns bastante planejados, outros quase inesperados, de amor e paixão e desejo e até curiosidade. Beijos pedidos, roubados e que acontecem tão naturalmente que nem dá pra saber de quem partiu primeiro. Muitos beijos e beijos bons!

“Uma suave inclinada para frente e lá estava o precioso e inacreditável beijo cinematográfico. Ou ao menos foi assim que pareceu tanto na mente dos dois, quanto da ansiosa plateia.”

Aparelho Kindle ligado na capa do livro Beijo, de vários autores. A capa é toda branca, com o sombreado de duas bocas se beijando e o título em letra refinada em cima. Acima está o nome da organizadora e abaixo a logo da editora. A foto também contém um batom vermelho de embalagem branca abaixo e um copo deitado com balas de gelatina compridas também vermelhas dentro à direita. O fundo é composto de papéis de três texturas diferentes: vermelha com corações brancos, listrado de preto e branco e branco com bolinhas pretas e marcas de bocas vermelhas.
Capa

As histórias são todas diferentes, vindas desde adolescentes descobrindo o que estão fazendo até monstros que se sentem amaldiçoados por ser quem são, se passando em diferentes épocas e lugares, mostrando o ponto de vista de pessoas também heterogêneas que se propuseram a celebrar o amor. De verdade, não consigo escolher minha favorita entre elas. O sorriso de expectativa pelo que estava para acontecer ficou no meu rosto quase o tempo todo enquanto a leitura rolava e quando acabou, ao abrir a página final de agradecimento, levei um susto, fluiu tão bem que dava pra continuar lendo muitas outras. E sabe o mais louco dessa história? Eu nem saberia que esse livro LINDO existe se não tivesse trombado com o edital de envio de textos dele e decidido participar! Conheci outros trabalhos que tinham o mesmo ponto de partida, mas que seguiram para estações diferentes, igualmente envolventes.

Os dois caíram na gargalhada, e estavam a soluçar de tanto rir. Sentados lado a lado na cama quando (…) estufou o peito como quem busca coragem para algo muito importante e o beijou.

O trabalho gráfico da editora está belíssimo, seria injusto falar do e-book sem menciona-lo. Eu nunca tinha visto uma antologia digital autografada e tiveram até esse cuidado, digitalizando as assinaturas e colocando numa página dedicada a isso. É tão especial, né, saber que foi pensado com tanto carinho quanto o que está presente nas narrativas, é como se fosse um beijinho deles em quem lê. Também existem páginas de respiro cheias de marcas de beijos vermelhos (a louca do batom vermelho pira com isso!) e, em cada história, um código do Spotify para acessar sua trilha sonora, que contribui pro clima que elas propõe. O livro em si tem uma playlist geral de músicas beijoqueiras, pra quem quer continuar na vibe mesmo depois de acabar – ou até apertar o play na hora que for fazer como as personagens e beijar bastante, por que não? Hahahaha!

Aparelho Kindle ligado na página de autógrafos do livro, que conta com assinatura dos autores das oito crônicas poesias da publicação.. O aparelho está inserido no mesmo cenário das outras fotos.
Página com autógrafo de todos os autores.

Falando agora como autora, e não leitora, preciso enaltecer minha “Maresia”, que saiu de supetão e carrega um monte de lembranças boas na sua criação. Quando vi o edital ela veio direto na minha cabeça, pronta, tão fácil que parecia até errado, mas era sinal de que tava tudo certo. Ela é mais ou menos baseada em fatos reais, não vou mentir, mas ainda assim grande parte do enredo é composto de ficção. Quando já tinha começado, quase acabando, decidi que queria deixar a coisa mais aberta do que estava: mantive o gênero da narradora explícito, mas dei um jeito de, em momento algum, deixar claro o da pessoa com quem ela se relaciona. Sendo assim os beijos dos quais me referi podem ter sido com quem os leitores quiserem, na cidade litorânea que desejarem, enquanto eu, daqui, sei exatamente com quem e onde foram – ou quase…

“Meus braços agarraram seu corpo com força e o movimento foi recíproco, senti uma mão entrelaçada nos meus cabelos enquanto as minhas buscavam segurar seu pescoço, encontrando encaixes cada vez melhores onde parecia não ter como melhorar.”

Aparelho Kindle ligado na página 57 do livro, primeira da crônica Maresia, de Luly Lage. Abaixo do título e do nome da autora há um código para ouvir a música tema no aplicativo Spotify e, em seguida, a história começa. O aparelho está inserido no mesmo cenário das outras fotos.
Primeiro página da minha crônica.

Para conhecer o trabalho do Grupo Editorial Quimera vocês podem acessar o site da editora, Instagram, Twitter e Facebook. O e-book pode ser comprado diretamente na loja deles, com instruções de como enviar para o Kindle na página do produto. Se quiser conhecer sobre o trabalho de cada autor individualmente, é só segui-los também nos perfis @mariannaromanoficial), @autor_dielson.luz), @felipe.sanches.397, @kalinebogard, @lulylage, @ninaguerraa e @nsfittz.

Esse post faz parte do Especial 17 Anos de Sweet Luly, que serão completos em 26 de junho de 2021, onde estou escrevendo um texto para cada ano de vida do blog. Esse é o décimo terceiro, referente a 2016, o ano de onde veio minha inspiração para “Maresia”.

Antologia Beijo | Dia 13 do Sweet Luly Especial 17 anos: posts dedicados a cada ano de vida do blog ao longo de junho de 2021!

Talvez você goste também de:

1 Comment

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *