Rapidinhas de Setembro

Foto de um canto de um quarto de parede clara onde é visíveil uma cama com coberta cor de rosa, alguns travesseiors e almofadas e uma grande pelúcia de elefante rosa. No canto inferior é visível as patas inferiores de uma gata preta adormecida. A parede contém alguns quadros e um adesivo onde estão dispostos vários círculos de tamanhos variados nas cores rosa claro e vinho.

Setembro foi um mês bem doido por aqui. Passou relativamente rápido, mas ao mesmo tempo soa arrastado porque quando penso em como começou parece um milhão de anos atrás. Teve lá seus pontos positivos, é claro, mas pra mim o peso de saber que não consegui produzir conteúdo NENHUM, mesmo tendo tantos projetos que amo profundamente tocar nesse aspecto, torna automaticamente esse um “mês ruim” para mim. Pra não ser 100% injusta teve um postzinho de nada no meu Instagram sobre uma das pintoras que mais amo, mas fora isso… Nadinha, nadinha, fui útil para muita gente e completamente inútil para mim. E aí, pensando um jeito de compensar isso comigo mesma, ressuscitei minha velha tag de Rapidinhas para resumir um pouco o que fiz e não deixar passar completamente em branco por aqui. É, achei que ela ficaria adormecida para sempre, mas vou acorda-la agora que setembro acabou¹.

Duas imagens de um mesmo polvinho do humor, que tem um lado bravo e outro feliz, ambas lado a lado. Na primeira, com a expressão brava, tem em cima o número 2021, referente ao ano, e a segunda, da expressão feliz, tem a capa do disco ABBA Voyage. A capa é preta com um eclipse lunar de tom dourado abaixo do nome do mesmo.

Obviamente focaremos no que foi bom porque ninguém sai registrando as coisas ruins, né? Elas nem nos dão essa oportunidade. E o start foi bom DEMAIS com um lançamento de uma das minhas bandas favoritas depois de quase quarenta anos separados: ABBA Voyage, o novo álbum do ABBA! Coloquei um despertador para não esquecer a live de anúncio, de tão empolgada, e chorei o tempo todo vendo que eles estão vivíssimos como músicos, me fazendo tão feliz quanto sou ouvindo minha música favorita da vida, Dancing Queen. Assim que acabou não aguentei e comprei o álbum, que será oficialmente lançado dia 05 de novembro (mal posso esperar!), ouvi o single I Still Have Faith in You/Don’t Shut me Down no repeat pelo Spotify e até fiz um “memezinho” com o famoso polvinho do humor para expressar o quanto isso é positivamente marcante pra mim…

TEXTO: Você pode apoiar o Vênus em Arte com (a partir de) R$5 por mês e me ajudar a trazer visibilidade feminina para a história da arte! IMAGEM: três circulos contendo auto retratos de três artistas mulheres: Elisabeth LeBrun (pele branca, cabelos curtos encaracolados, olhando para o expectador com o pincel em direção a uma tela que está ao seu lado), Lois Mailou Jones (pele negra, olhando para atrás do expectador, também com uma tela em sua frente) e Gerda Wegener (de lado, olhando para uma fruta que está na sua mão, envolvida nos braços da esposa Lili Elbe, que olha para o expectador).

Sabe aquela “coisa” que você ensaia lançar e nunca acha que está pronta? Pois é, me fiz pronta para a campanha de financiamento coletivo recorrente do Vênus em Arte! O projeto estava nos meus rascunhos do Catarse há mais de ano e eu ficava nesse dilema porque não achava as recompensas suficientes e tinha vergonha misturada com frustração de estar produzindo conteúdo para internet há tantos anos sem parar e ainda assim não conseguir estar nem perto de me manter com isso. Porém o Vênus em Arte é maior que meu orgulho! Analisei outras campanhas de pessoas que gosto, percebi que minhas recompensas ‘tavam ótimas e lancei com a certeza de que ninguém ia aderir. Para minha surpresa positiva várias pessoas aderiram sim, em breve os primeiros meses vão virar uma ring light BOA DE VERDADE para melhorar, sempre, nossa jornada em busca da visibilidade feminina na história da arte.

Foto de uma sala de paredes escura com uma televisão ao fundo onde se lê Studio Leste e uma mesa de madeira clara em frente com dois microfones em cima. Em lados aoposto, em frente a cada microfone, estão duas mulheres. Aninha Paixão veste uma blusa escura e tem cabelos compridos, ondulados e claros, além de um relógio no braço direito enquanto segura o livro Wish You Were Here: um romance musical, de Luly Lage. A autora está do outro lado, usando também uma roupa escura, cabelos coloridos cacheados e óculos de armação grossa.

Em agosto, no dia que tomei a primeira dose da vacina contra o COVID-19, foi ao Studio Leste gravar um episódio do Programa Playlist, com a Aninha Paixão. No primeiro domingo de setembro, dia 5, a entrevista foi ao ar! Gente… Foi MUITO GOSTOSO! A Aninha é mega divertida e extrovertida, eu sei ser divertida e extrovertida, então imaginem aí a quantidade de risadas que demos lá dentro! O que ela faz é pedir para que a gente escolha as 6 músicas que mais marcaram nossa vida e aí vamos contando a história, desde lá de trás, através delas. Normalmente os convidados são pessoas que trabalham com isso, mas ela me chamou por causa de Wish You Were Here: um romance musical e o fato de o livro ter uma playlist e tudo, fiquei lisonjeadíssima! A entrevista está disponível no Youtube pra quem quiser rir também.

Rosto de um objeto cenográfico em forma de um grande elefante marrom com presas cor de marfim. Seus olhos têm grandes cílios pretos e ele olha diretamente para o expectador.

Essa rapidinha aqui vai ser rapidíssima porque quero falar sobre isso pra valer ainda: gente, a exposição de 50 anos do Palácio das Artes, “50 anos em 5 atos” tá a coisa mais linda! Ela é composta de instalações artísticas que contam a história desse que é o maior centro cultural de Minas Gerais desde sua idealização por Juscelino Kubitschek, quando ainda era prefeito de BH, até hoje. Eu tô tendo a HONRA de fazer parte da mediação como estagiária voluntária 1 manhã por semana e nem estando sempre lá me canso dela, então pro público deve ser incansável também…

Foto de uma penteadeira branca com quatro pés palito em cor de madeira clara, com duas gavetas e uma tampa aberta, onde há um espelho fixado. Na parte interior de onde a tampa ficaria estão quatro divisórias com produtos de maquiagem dentro e na parte superior que não está levanta, sobre uma das gavetas, há duas canecas com pinceis de maquiagem ao lado de alguns produtos espalhados. Na parede existem dois quadros, um com ícones da história de Harry Potter e outro com uma boca vermelha mordendo o lábio inferior.

E chegamos no momento do post onde não ACREDITO que chamei de ruim o mês em que realizei meu SONHO de ter uma penteadeira! Cancelem esse adjetivo e admirem essa coisa mais linda da vida que ela é! Há anos eu tento, sem sucesso, improvisar um “cantinho de maquiagem” pra mim, mas depois que refleti a fundo sobre o quanto ela é importante para mim percebi que não queria um canto adaptado e sim uma penteadeira de verdade, mesmo… Como meu espaço é limitado busquei pela largura do móvel e me apaixonei por essa meio vintage que é maravilhosa e mesmo pequena tem lugar pra tudo que preciso, mas é meio cara, então deixei pra lá. Quando achei uma oferta em que estava mais barata que as bem menos legais com as quais eu vinha me contentando em ter não deu mais, ela veio!

A montagem me custou dois dias porque fiz tudo sozinha sem parafusadeira, quando ficou pronto as gavetas não entravam, deu vontade de chorar, e minha irmã teve que me ajudar a arrumar porque eu tava sem força NENHUMA nos braços. Adaptamos algumas coisas e deu certo! Ainda quero reforçar alguns parafusos quando tiver oportunidade, mas O que importa é que deu certo. Teve dias em que eu me vi escolhendo o que precisava dentro dela pra levar pro espelho do banheiro e então me dar conta que não preciso fazer isso mais, mas agora já tô adaptando a essa alegria diária. Talvez fale mais a fundo disso depois? Não sei, preciso pensar!

Foto de um canto de um quarto de parede clara onde é visíveil uma cama com coberta cor de rosa, alguns travesseiros e almofadas e uma grande pelúcia de elefante rosa. No canto inferior é visível as patas inferiores de uma gata preta adormecida. A parede contém alguns quadros e um adesivo onde estão dispostos vários círculos de tamanhos variados nas cores rosa claro e vinho.

Ainda no tópico “melhorias no quarto para ser mais feliz vivendo nele”, outra coisa que tava planejada há um tempão e nunca colocava em prática era achar um adesivo de parede para onde deveria ficar a cabeceira da minha cama, que não existe, pra complementar os quadros que tenho ali. Minha ideia era algo de bolinhas, pra combinar com a identidade visual do Vênus em Arte, e predominantemente rosa, pra combinar… Comigo, oras! Achei esse na Fran Adesivos, divertido sem ser infantil, misturando o rosa claro de alguns móveis com vinho que deixa um contraste legal, sério, perfeito! Tentei imitar a imagem do site na colagem, no final mudei uma coisinha aqui e ali e assim que ficou pronto estreei minha nova capa de almofada “Who Run The World” da MinKa, loja da qual nem preciso falar porque cês sabem que sou apaixonada… Combinou super!

Foto de um tablet com uma cena da série The Get Down, onde o protagonista Zeke, um jovem negro de cabelos black power, está de lado, olhando para baixo. Abaixo há uma legenda onde diz 'Porque sou apaixonado por você desde o jordim de infância'. De um lado há uma lata do refrigerante vermelho Coca Cola à esquerda e um fone de ouvido rosa choque à direita.

Pra fechar esse post, que de rapidinho não teve nada, e setembro que se despede do nosso calendário hoje, saiu na mybest Brasil uma lista MUITO LEGAL com 15 criadores de conteúdo recomendando suas séries favoritas na Netflix e entre essa galera temos quem? Moi! Tive mais uma oportunidade de enaltecer minha queridíssima The Get Down, que merecia ser muito mais valorizada, ao lado de várias outras que já amo e algumas que fiquei doida pra conferir… Pra quem tiver em busca de algo pra ver no fim de semana, ou entender os motivos que me levam a amar tanto essa recomendação, é só conferir o post clicando aqui!

¹ Green Day. Wake Me Up When September Ends. American Idiot. Oakland: Studio 880, 2004. Faixa 11.

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Quando Dancing Queen se tornou minha música favorita

Museu Jeca Tatu: teto do museu, com telhas aparentes, onde estão pendurados diversos discos de vinil variados, de maneira aleatória

Que Dancing Queen, do ABBA, é um baita clássico dos anos 70 todo mundo sabe, principalmente pra quem adora essa vibe discoteca, e eu provavelmente já tinha dançado com ela várias vezes antes do dia memorável em que uma chavinha no meu cérebro virou completamente aos 14 anos. A culpa, por assim dizer, foi da minha mãe, que na época queria MUITO fazer pra mim uma festa de 15 anos, e inspirada colocou pra tocar no som lá de casa falando que era uma música que queria que, quando tocasse na minha suposta futura festa, eu aproveitasse mais que todas as outras. E aí, não sei explicar, mas a música “bateu” em mim, sabe? Percebi que eu já estava aproveitando naquele momento, de moletom sentadinha na cadeira do quarto, então coloquei no “Repetir” e ouvi várias vezes seguidas pra aproveitar tudo de novo e de novo.

Não sei quanto tempo depois a resposta para “Qual sua música favorita?” se tornou automaticamente “Dancing Queen, do ABBA” na minha vida, mas com certeza foi quase instantâneo. Sei disso porque quando os 15 anos chegaram, sem a festona que tinha sido planejada, mas com uma festinha em família que pra mim era MUITO melhor, a primeira coisa que fiz foi coloca-la pra tocar pensando “Bom, agora faltam só dois anos!”, porque eu só queria ter 17 logo pra poder me referir a mim mesma como “young and sweet, only seventeen”. E, num piscar de olhos, 10 de julho de 2007 chegou com essa gloriosa idade. Acordei um pouco mais cedo antes de ir pra escola fazer as últimas provas do semestre e coloquei ela pra tocar, baixinho por causa do horário, mas com a certeza de que os 12 meses seguintes seriam demais!

E foram, mesmo! Os 17 foram muito, muito gentis comigo! Foi nessa idade que me formei no colégio, entrei na faculdade e terminei meu primeiro semestre com todas suas primeiras experiências de caloura, que fui à primeira peça de teatro que não era infantil na vida, fiquei mais loira do que nunca e acabei voltando a ser morena. Em todo esse processo essa música esteve presente, deixou os momentos bons ainda melhores e os ruins até suportáveis. Eu até pensei em eternizar meu “modo Dancing Queen” fechando os 17 com uma festa de 18 anos temática da música… Já pensou? Todo mundo de salto plataforma, macacão decotado beeeem colorido e brilhoso, escapulário de ouro no peito e as mãos fazendo movimentos de apontar pra cima e pra baixo sincronizadamente, dançando não só ela como todas as outras… Seria meu sonho?

Montagem com imagens de seis itens de vestuário/acessórios, conforme descrito baixo no corpo da postagem, em fundo geométrico, montando o visual desejado para a suposta festa citada.
Macacão rosê brilhoso + Botinha branca + Tiara branca no cabelo + Anel de coroa com corações (afinal, seria a RAINHA da dança, né?) + Anel de cordinha + Escapulário Pequeno.

Bom, a festa em questão ainda não rolou na minha vida, mas isso não me impediu de montar um lookinho que usaria se pudesse fazê-la em algum momento… Afinal o favoritismo musical permanece! Além dos acessórios da Aubra Jóias temos MUITO brilho cor de rosinha e detalhes em branco porque tenho gostado bastante dessa cor… Quem diria! Olha, eu não pensava nisso há muitos anos mas agora, depois de escrever, montar visual e relembrar, tendo em vista que meu aniversário (de 31!) tá chegando, deu até vontade de fazer uma festinha (virtual, é claro) com essa temática… Quem aí ia amar receber um convite e poder se caracterizar da sua própria versão dos membros do ABBA também?

Psiu! Prest’enção! Esse post é uma publicidade da Aubra Jóias. Você pode conhecer os produtos da marca visitando não só o site oficial, mas também redes sociais como Facebook, Instagram, Twitter e canal do YouTube.

Esse post faz parte do Especial 17 Anos de Sweet Luly, que serão completos em 26 de junho de 2021, onde estou escrevendo um texto para cada ano de vida do blog. Esse é o quarto, referente a 2007!

Quando Dancing Queen se tornou minha música favorita | Dia 04 do Sweet Luly Especial 17 anos: posts dedicados a cada ano de vida do blog ao longo de junho de 2021!

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Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo

Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo

Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo Mamma Mia! Lá Vamos Nós De Novo (Mamma Mia! Here We Go Again) *****
Elenco: Amanda Seyfried, Christine Baranski, Julie Walters, Colin Firth, Pierce Brosnan, Stellan Skarsgård, Lily James, Meryl Streep, Dominic Cooper, Jessica Keenan Wynn, Alexa Davies, Cher, Andy Garcia, Benny Andersson, Björn Ulvaeus, Hugh Skinner, Jeremy Irvine, Josh Dylan
Direção: Ol Parker
Gênero: Musical
Duração: 113 min
Ano: 2018
Classificação: 12 anos
Sinopse: “Ao descobrir que está grávida, Sophie busca inspiração para a maternidade lembrando do passado da mãe. Nos anos 70, a jovem Donna viveu muitas aventuras com seu grupo musical Donna & The Dynamo, em parceria com suas amigas Tanya e Rosie. Porém, mais do que isso, Donna se apaixonou e viveu relacionamentos intensos com três homens diferentes: Harry, Sam e Bill.” Fonte: Filmow (sinopse e pôster).

Comentários: Cinco anos após os acontecimentos de Mamma Mia!, quando conheceu seus três possíveis pais, Sophie está pronta para reinaugurar o Hotel Bella Donna junto com a ajuda de um deles, e também padrasto, o arquiteto Sam. A festa de inauguração conta com a presença das grandes amigas de sua mãe, Tanya e Rosie, mas também com a ausência dos outros pais e de Sky, seu namorado/marido, que está nos Estados Unidos aprofundando conhecimentos em hotelaria. Em meio à nostalgia que a falta de Donna traz a todos no momento em que seu grande sonho é enfim realizado, uma tempestade parece ameaçar essa tão esperada festa. Enquanto isso, de volta à década de 70, a jovem Donna acaba de se formar e resolve desbravar as maravilhas do mundo na mesma ilha grega onde a filha ainda vive, ao lado desses caras que mudaram sua vida completamente…

Uma década se passou desde o primeiro filme, lançado em 2008, e ele permanece sendo um dos meus queridinhos cada vez com mais força. Quando fiz um post emocionadíssima após voltar do cinema tudo o que me importava era o fato de que tudo ali girava em torno do ABBA, a banda da minha adolescência e, até hoje, uma das favoritas. Mas depois fui percebendo quantas mensagens maravilhosas ele traz. A Donna de Meryl Streep é uma mulher fortíssima que construiu sua vida sozinha e ajudou Sophie a ser alguém tão incrível quanto ela. Em momento algum ela é julgada, mesmo pela filha, por não saber quem é o pai da garota, que também toma as rédeas de sua vida independente das expectativas das outras pessoas. Ainda assim elas mostram uma ligação fortíssima, principalmente na cena linda em que cantam “Sleeping Throug My Fingers”, e esse elo é o grande “protagonista” da continuação, que é igual e diferente de seu antecessor ao mesmo tempo…

Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo
Imagem via Adoro Cinema

Como semelhança principal, é claro, temos o fato de que é mais um musical somente com músicas do ABBA, que aparecem de diversas formas ao longo da trama. Sim, existem os momentos em que eles “cantam e dançam ao invés de conversar”, mas não é só isso, afinal a música é importantíssima na vida das personagens! Em algumas cenas elas realmente são parte do enredo, principalmente nas cenas da jovem Donna que vive o auge da sua carreira ao lado das Dynamos. Vi uma crítica rodando a internet reclamando que não há o encaixe real da história com as letras, mas a verdade é que TEM SIM! O tempo todo, tanto nos “dias atuais” quanto nos flashbacks, onde ela é interpretada pela “Cinderela” Lily James. As roupas escolhidas para cada um respeitam o estilo pessoal, mas também o momento vivido, já que décadas se passam ali. O grande destaque nesse quesito é a jardineira característica da protagonista e, claro, os look discoteca onde as meninas usam plataformas e MUITO brilho de forma verossímil, sem parecer fantasia. Os looks de época dos três rapazes ficaram extremamente realistas se comparados à caricatura proposital que vimos antes, adorei o Harry de “metaleiro suave” já tendo que manter o ar sério, mas ainda assim com sua aura headbanger.

Mas nem só de música vive uma história… E quando o assunto é enredo, também foi um acerto. O diretor disse que queria “uma versão de O Poderoso Chefão 2 para Mamma Mia!”, e como isso nos trouxe não só uma comédia gostosa, daquelas que você ri sem receio, mas também um filme EXTREMAMENTE sensível. O final, através dos números “I’ve Been Waiting For You” (minha cena favorita!) e “My Love, My Life” (esse segundo contando com a participação especial de Meryl Streep) é uma avalanche de emoções no espectador e as “manteigas derretidas” de plantão, como eu, podem esperar muitas lágrimas nesses momentos, porque são realmente impactantes. É como se o primeiro filme quisesse que a gente visse as consequências de Donna na vida da filha, e o segundo complementasse com as de Sophie na vida da mãe, mesmo que num primeiro momento a gente ache que vai ser o contrário.

Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo
Imagem via Adoro Cinema

O foco, claro, mudou, mas alguns pontos leves na história também estão diferentes do anterior, ou mesmo foram ocultados. Enquanto antes dava a entender que as meninas não sabiam da possibilidade de Sophie não ser filha de Sam, nesse elas sabem que os outros dois existem e ainda presenciam os flertes entre Donna e Bill. Ele também não mostra o reencontro dela com Harry, que vai da França até a Grécia atrás da menina porque ficou apaixonado de cara. As duas coisas, porém, não atrapalham em nada nem causam incômodo algum, são só adaptações para tornar a dinâmica interessante. Sem contar que quem não viu o primeiro pode ver o segundo tranquilamente, só vai demorar um pouco pra saber “quem é quem”, mas no final tudo dá certo!

E por último, mas não menos importante… PRECISAMOS FALAR SOBRE A PRESENÇA DE CHER! A diva suprema aparece como a mãe já mencionada, mas nunca presente, de Donna e, ah… Nem precisa falar, né? Quando ela abriu a boca para cantar “Fernando” eu JURO que o braço até arrepiou! A mulher é um esplendor musical, parece até de mentira. Uma escolha certeira que combinou demais com o clima, cenário, figurino, tudo. Aliás, que elenco, não é mesmo? Tanto o “original” quanto o novo, atuações excelentes e vozes diferentes que se misturam lindamente. E, claro, com a participação de Björn e Benny como um professor e um pianista, além de produtores, pra que o ABBA marcasse presença física, além da influência. FILMÂO, quero ver de novo!

Trailer:

Mentes Sombrias: 16 de agosto nos cinemas!

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Minha Vida em 10 Músicas

Sweet Luly

A Renatinha me indicou pra essa tag lindeza e tô achando delícia porque tem muito tempo que não falo de música aqui no blog… Bem, ela meio que dispensa explicações, então here we go:

01) Uma música que lembre um momento bom: O Meu Mundo Ficaria Completo (Com Você) – Nando Reis – Não só um momento bom, essa aí me lembra toda uma época boa! Foi difícil decidir o que colocar nessa primeira questão (foi a última que respondi), mas fechei os olhos e de repente essa resposta “pulou” da minha cabeça, me parece mais do que certo, então!

02) Uma música que defina sua vida: Tiny Dancer – Elton John – Eu acho essa música gracinha DEMAIS e gosto de pensar que ela define alguns aspectos da minha vida… Sei lá, me identifico, fazer o que? Além do mais é Elton John, e Elton John é vida!

03) Uma música que te faz dançar na balada: Dance, Little Lady, Dance! – Tina Charles – Eu sei que é uma música que nunca vai tocar em balada nenhuma (a não ser que eu crie a playlist), mas ela é ótima, super dançante, super delícia, queria dançar isso todo dia e para sempre!

04) Uma música que foi tema de um relacionamento: You Make Me Feel Brand New – Simply Red – Não que seja ‘o tema” propriamente dito, mas acho super válido usá-la, sempre!

05) Uma música que sempre te faz chorar: Rocket Man – Elton John – Eu já fui em dois shows do meu ídolo-mor e o primeiro, em 2009, foi da turnê “Rocket Man”, então meio que virou um lembrete eterno daquela que, até então, foi a melhor noite da minha vida – e só perdeu pro segundo show que fui em 2013 – então é lagriminha de emoção e saudades na certa, sempre! Vou usar esse vídeo do One Night Only porque é meu show favorito dele forever…

06) Uma música que seria toque do celular: Call me, Beep me (If You Wanna Reach Me) – Christy Carlson Romano – Sim, é a música de abertura da Kim Possible, meu desenho favorito ever. Mas não, eu não usaria a música toda de toque. Na verdade o que eu USO para toque de mensagens é o toque do Kimmunicator da Kim e ele toca várias vezes na música, então roubei e coloquei ela!

07) Uma música que você gostaria de tatuar: The End – The Beatles – Na verdade eu não tatuaria música nenhuma, acho, só existem duas tatuagens que faria e farei na vida e nenhuma delas se encaixa nessa categoria. Mas enfim, pensei aqui e se fosse tatuar alguma frase grande com certeza seria “And in the end the love you take is equal do the love you make.” (Não é atoa que tá escrito na lateral do meu Destrua Este Diário.)

08) Uma música que te deixa com vontade de ficar com alguém: My Love – Paul McCartney – Não sei o que vocês chamam de “ficar com alguém”, mas vou colocar como “estar com alguém”, ok? Ok!Então, sendo assim, fiquem com uma das músicas mais lindas do mundo *o*

09) Uma música que você está viciada agora: You’ll Be In My Heart – Phil Collins – Desde que ouvi ela no rádio no meio do ano passado meio que acidentalmente estou apaixonada! Ganhei Tarzan de natal da minha irmã, aí então que eu viciei mesmo, se toca no iPod eu preciso ouvir umas três vezes seguidas antes de passar adiante!

10) Uma música que faz as pessoas lembrarem de você: Dancing Queen – ABBA – Eu ia colocar essa na música que me faz dançar, mas acabei descendo aqui pro final porque é minha música FAVORITA e todas as pessoas que me conhecem mais ou menos bem sabem disso, então sempre lembram de mim. Eu tenho várias histórias bonitinhas com essa música, se for contar todas dá um post inteiro! Amo tanto que ela se encaixaria nos itens 1, 2, 3, 6 e 7 dessa tag também!

Não sei quantas pessoas tenho que indicar, mas quero que faça Lili, Poly, Beca e Thami! E algum de vocês, indicados ou não, já fez ou fizer me manda o link, hein!

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Top 10 Bandas Favoritas

Sweet Luly

Ehr, bandas e artistas, porque algum desses têm carreira “solo” =D Nesse vídeo eu me SUPEREI, ficou com mais de meia hora, eu entrei em pânico pensando em como reduzi-lo pela metade, mas quando fui olhar descobri que o YouTube agora deixa eu carregar vídeos com mais de 15 minutos, então aí está, se alguém conseguir me ouvir falando por mais de 20 minutos:


Eu percebi que 2 meses mal saindo de casa me fez precisar de um solzinho mais que nunca…

Comentários:
Eu nããããããão troquei de câmera, continua sendo a Kodak Easyshare de sempre, simples e básica. Mas dessa vez gravei de dia e com o computador desligado, o que melhor e imagem e o som! E eu tava sem maquiagem também (yey!), mas sem chapinha não dá, vocês nunca vão me ver gravando sem chapinha;
O post sobre “Across The Universe” vai sair, gente! Não sei quando, mas sai. Mas é que eu realmente quero que fique bom, então preciso pesquisar mais um pouco;
Ignorem a carinha ouvindo Dancing Queen, eu não sabia como agir nesses segundos que a música durou e fiquei calada.

Os posts da tag “Listening To” dessas bandas citadas que já escrevi foram Elton John, ABBA, Scorpions, Nazareth. Quando eu escrever mais vou editando aqui!

Ah, na hora que citei “Helloween” e pareceu que eu esqueci o que ia falar é porque esqueci mesmo! Só queria citar que minha música favorita deles é “If I Could Fly” (que é a música favorita da Kimberly, hihi). E esse caso do Janick Gers, guitarrista do Iron Maiden, é verdade mesmo, gente. É a pessoa mais famosa que já vi de perto, a 3 metros de distância dando sopa no Minas Shopping, aiai…

Por fim… A nail arte de oncinha eu aprendi a fazer aqui e adaptei com as cores que tenho em casa (ficou assim), e citei a Lud no finzinho porque ela passoooou em medicina e tá indo pro Rio estudar. Uma felicidade sem tamanho que vai deixar uma saudade maior ainda.

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