Memórias da Princesa: Os Diários de Carrie Fisher

Memórias da Princesa: Os Diários de Carrie Fisher

Memórias da Princesa: Os Diários de Carrie Fisher (The Princess Diarist) *****
Memórias da Princesa: Os Diários de Carrie Fisher Autora: Carrie Fisher
Gênero: Autobiografia
Ano: 2016
Número de páginas: 224p.
Editora: Best Seller
ISBN: 978.854.650.018-5
Sinopse: Um relato íntimo e revelador de Carrie Fisher, a Princesa Leia de Star Wars. Carrie Fisher era uma jovem atriz iniciante quando foi chamada por George Lucas para interpretar o papel que mudaria sua vida: a Princesa Leia, de Star Wars. Inexperiente, Carrie se viu imersa em um ambiente pouco acolhedor, e buscou refúgio em diários que mantinha ao longo das gravações dos filmes. Em “Memórias da princesa: Os diários de Carrie Fisher”, a atriz conta seus melhores e piores momentos ao longo das filmagens de Star Wars e a relação que mantinha com os colegas de trabalho, além de trazer detalhes inéditos sobre sua vida pessoal e sobre como o filme mudou completamente seu modo de viver.” (fonte)

Comentários: Se você nunca ouviu falar dela com certeza, e pelo menos, já ouviu falar de sua personagem. A relação de Carrie Fisher com a icônica Princesa Leia Organa é de muito carinho, apesar dos mais diversos pesares, o que é realmente uma coisa boa uma vez que a partir do momento que foi escalada para o papel uma não existia mais sem a outra. Em “Memórias da Princesa” ela conta sua visão muito pessoal sobre como se tornou Leia e o que veio logo depois, expondo acontecimentos da época da gravação de Star Wars (hoje considerado o Episódio IV – Uma Nova Esperança) através de lembranças resgatadas 40 anos depois de tudo após encontrar os diários que mantinha à época, e essa exposição inclui a transcrição de algumas páginas do próprio, que não a deixam mentir, ainda que ela não tivesse essa intenção./p>

Memórias da Princesa: Os Diários de Carrie Fisher

Carrie não era só atriz e nem só filha de artistas. Era também escritora, e isso é claro na maneira tão bem planejada com a qual escreve esse livro: ela sabe lidar com as palavras! Às vezes tão real que parece estar logo na nossa frente, outras com poéticas metafóricas que te fazem desejar ser sua a autoria da fase lida e relida até ficar tatuada no cérebro para todo o sempre. É gostoso, mas também melancólico, assistir a maneira carinhosa com a qual ela trata seu eu se 19 anos, inocente e insegura, e como tenta fazer o mesmo com a versão contemporânea, que aos seus olhos perdeu tanto se comparado à menina que foi um dia. Dá raiva, não dela é claro, mas da sociedade que faz com que a mulher odeie tanto o ato de envelhecer a ponto de achar que isso a fez perder parte do seu valor.

Em meio a esse antes, durante e depois, lá está ele: o diário em si. Poesias de uma moça abrindo os próprios sentimentos caminham nele lado a lado com a narrativa direta que os nega o tempo todo. É MUITO FÁCIL se identificar com ela, não só quando centra sua vida num romance que ela mesma nem considera assim (já-já falarei disso), mas principalmente no medo de não ser suficiente como pessoa, na crítica ao machismo talvez sem reparar que era isso que estava fazendo, nos pequenos desesperos de alguém muito privilegiada, mas que tinha seus diversos problemas com os quais lidar ainda assim. Uma menina virando mulher, exposta por causa dos pais a vida inteira, renovando um cenário de exposição, naquele momento em sua micro esfera, mas em breve para o mundo todo.

Memórias da Princesa: Os Diários de Carrie Fisher

A maioria das pessoas, ou pelo menos as pessoas com as quais tive a chance de conversar sobre, resumem o livro ao assunto principal abordado nele: o caso que ela manteve com Harrison Ford, que depois se tornou ser par romântico na série, à época casado com sua primeira esposa, nos três meses finais daquelas gravações. A Carrie dos diários se culpa bastante, e tem uma visão de negação e desespero muito forte de quem está vivendo o momento ainda como adolescente, e é muito bom balancear suas angústias apaixonadas com a visão de uma adulta, já idosa na verdade, que olha os acontecidos com distância e maturidade. Fui alertada de que NUNCA MAIS ia conseguir OLHAR pra ele mas, apesar de questionar fortemente muitas de suas atitudes, não o considero um vilão. Mais errado do que eles poderiam julgar quarenta anos atrás, é claro, principalmente no início. O durante em si foi entre os dois, e só eles sabem o quanto fez bem ou mal. Ainda assim, pensando em o quão jovem ela era, dá vontade às vezes que pega-la no colo e fazer carinho, dizendo que tudo ia ficar bem e que ela não precisava se esconder… Dele, dos outros homens que a rodeavam e, acima de todos, dela mesma.

“Tenho certeza, no entanto, de que, se eu tivesse princípios, o que estou fazendo agora violaria quase todos eles”
Memórias da Princesa: Os Diários de Carrie Fisher
Página 107

A sinceridade ácida da autora não esconde riquezas, regalias, facilidades que teve em toda sua vida. Ela não se coloca no papel da “pobre garota rica”, admite isso tudo sem enganar quem está lendo sua própria história. Mas nunca, desde a primeira página, pinta a fama como algo perfeito, a experiência mais incrível que uma pessoa pode ter na sua existência. Porque não é. De fotos odiosas que invadem privacidades a diálogos fofos que, em certos momentos, tendem a se tornar incômodos, ela ama e odeia saber que as pessoas sempre fariam filas para vê-la, não importa o quão exausta estivesse de se submeter a tudo novamente. Em dado momento compara a participação em eventos de fãs, como a Comic Con, com uma “dança erótica”, mas ao invés de colocarem dinheiro em sua calcinha os fãs o trocava por provas de que, por um minuto que fosse, estiveram ao seu lado. Isso lisonjeia, claro, mas também assusta, e só estando na pele de quem vive para saber o quanto.

No centro do livro existem páginas de fotos, em papel específico e a cores, da época da produção do primeiro filme (muitas delas ao lado de Harrison), do merchandising da personagem à época e até uma mais recente, dela ao lado do seu eu de cera no Madame Tussauds. Vê-la vestida de figurinos tão clássicos (principalmente pra mim, que sou fã do universo da galáxia muito, muito distante) e associa-la às palavras escritas enquanto as fotos eram tiradas é uma experiência muito louca, transformadora, fazendo com que o mito intocável da tela pareça de fato um ser humano. “Só Carrie Fisher”, como ela mesma diz nas palavras da página final.

Memórias da Princesa: Os Diários de Carrie Fisher
Duas das páginas de fotos centrais, todas coloridas

Carrie faleceu no dia 27 de dezembro de 2016, aos 60 anos, no intervalo de gravações entre os episódios VIII e IX de Star Wars. Sua mãe, Debbie Reynolds, morreu no dia seguinte, aos 84, mas o legado das duas foi deixado em diversos tipos de arte. Esse livro foi a minha escolha para o mês de Fevereiro no Desafio Leia Mulheres 2020, onde a proposta é uma não-ficção. Leia também a resenha do livro de Janeiro (HQ), Batatinha Fantasma: Amor em Quadrinhos!

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Mulheres Incríveis

Mulheres Incríveis

Mulheres Incríveis (Rad Women Worldwide) *****
Mulheres Incríveis Autoria: Kate Schatz | Perfis brasileiros por Jules de Faria, ilustrações de Miriam Klein Stahl e tradução Regiane Winarki
Gênero: Biografia
Ano: 2017
Número de páginas: 138p.
Editora: Astral Cultural
ISBN: 978.858.246.548-6
Sinopse: Feche seus olhos e pense numa pirata. Agora imagine uma espiã. Ou uma presidenta. Pense numa guerreira em ação. Uma grande pintora ou na maior jogadora de futebol de sua época. Estas são apenas algumas das mulheres incríveis que você encontrará neste livro. São 44 perfis de mulheres extraordinárias, numa coleção de histórias que começa em 430 antes de Cristo e alcança os dias de hoje. Da Mesopotâmia até a Antarctica, “Mulheres Incríveis” conta a história de vida de jovens e adultas transgressoras, que subverteram leis, lutaram por menos desigualdade entre gêneros e ajudaram a construir um futuro melhor para todos nós.” (fonte – capa e sinopse)

“Escolher escrever é rejeitar o silêncio.” – Chimamanda Ngozi Adichie

Comentários: Já faz dois anos que ganhei esse livro do meu querido Gil, num amigo oculto de natal que participamos juntos, e só agora parei pra recomendá-lo aqui, mas é uma recomendação “daquelas”! “Mulheres Incríveis” é um livro que se vocês puder ler e ter, leia e tenha! São 40 mulheres (44 na versão brasileira) de 30 países diferentes, listadas por se destacarem seja qual for sua área de atuação, ativismo e luta antes mesmo da existência da expressão “feminista”. Atletas, cientistas, artistas, realeza, pesquisadoras, mães com esperança de um dia encontrarem seus filhos perdidos… Todas ganham um pouquinho de notoriedade nessas páginas encabeçadas por um citação provenientes das mesmas e diagramadas de forma LINDA, colorida e especial, com direito a capa dura e falso cabeceado, tudo pensado para te impressionar e, claro, emocionar demais! Eu, manteiga derretida como sou, cheguei ao final de absolutamente TODAS as histórias cheia de lágrimas no rosto, mesmo naquelas (poucas, confesso) que já conhecia.

Mulheres Incríveis
Foto feita dois anos atrás, para um look de natal!

Como educadora, os livros da Kate focam bastante no empoderamento de meninas, para que as próximas gerações de mulheres tenham em quem se inspirar para chegar onde quiserem. Por esse motivo a leitura é muito fácil, fluída e até didática, o que a torna bastante inclusiva. A pesquisa é acadêmica, mas o público alvo vai desde crianças e sem limite de idade, porque ser simples não a torna medíocre de forma alguma! Os dados e informações estão presentes, só não são expostos de maneira rebuscada, sabe? Pro público adulto isso é bem legal também, porque o número de culturas apresentadas é bem variado e você é apresentada a elas a todo momento, absorvendo conhecimento sem sentir o “peso” dele (como muitas vezes acontece em artigos acadêmicos, por exemplo).

O livro é também COMPLETAMENTE ilustrado: todas as personalidades têm uma caricatura minimalista formada de luz e sombra, feitas pela artista Miriam Klein Stahl que, assim como a autora, é educadora e ativista feminista. É muito legal porque mesmo com poucos traços, nada delicados, é fácil visualizar direitinho a aparência da pessoa retratada e, em alguns casos, até o ambiente onde ela estava inserida. Uma parceira bacana demais, já que ela também ilustrou outros livros da autora que seguem a mesma temática… Aquela história de incentivo da parceria entre mulheres colocado na prática, além de discursos, bonito e necessário.

Mulheres Incríveis

Leia Também: Tina: Respeito, resenha da HQ da Fefe Torquato para o selo Grapihc MSP que tem como tema principal assédio no trabalho.

Pra mim, pessoalmente, foi uma boa fonte de nomes de artistas para o Vênus em Arte, meu canal sobre visibilidade feminina na história das artes plásticas. Ele tá parado? Tá. Mas uma hora vai ter que voltar? Vai! Descobri mais sobre as Guerrilla Girls dos Estados Unidos, grupo contemporâneo que busca igualdade de gênero nos museus americanos, conheci a Bastardilla, uma pintora de rua colombiana anônima e, claro, revi a história de Frida Kahlo que já sei de cor… Frida é, inclusive, quem está em maior destaque na capa. Apesar de eu problematizar essa atual super exposição dela (isso rendeu um vídeo, gente), pra mim é o tipo de lugar onde faz total sentido vê-la estampando.

“Eu acho que a mulher do fim do mundo é aquela que busca, é aquela que grita, que reivindica, que sempre fica de pé. No fim, eu sou essa mulher.” – Elza Soares
Mulheres Incríveis
Chimamanda Nogozi Adichie (Nigéria), páginas 42 e 43

A edição “original” norte americana de Mulheres Incríveis já conta com uma brasileira, a artilheira Marta, mas nossa tradução tem outros quatro perfis adicionais escritos por Jules de Faria, fundadora da ONG Think Olga. A escrita dela é um pouco diferente do da autora, um pouco menos didática e mais jornalística, mas de forma alguma isso é um ponto negativo. Mesmo com a diferença ficou tudo bem integrado, como um conjunto: Elza Soares (cantora), Débora Diniz (antropóloga, professora e pesquisadora), Maria da Penha (farmacêutica) e Sônia Guajajara (líder indígena), todas com o nome de Jules sinalizado e um asterisco em baixo, informando onde o texto foi publicado originalmente.

No final do livro, após os artigos, tem uma listagem com outros 250 nomes, 4 deles também do Brasil, de mais mulheres que merecem ser conhecidas ao redor do mundo, também variadas no que diz respeito à época e ocupação. Entre elas estão, por exemplo, Winnie Mandela, Princesa Isabel e Lili Elbe, organizadas em ordem alfabética primeiro por país e depois pelo primeiro nome. Como existe uma breve descrição em baixo, apenas pontuando as atividades de cada, é também uma fonte interessante de referências para quem tem foco ou vontade de estudar trabalhos femininos em áreas específicas.

Mulheres Incríveis
Maria da Penha (Brasil), por Jules de Faria, páginas 56 e 57

Conheça mais da Kate Schatz, ativista feminista americana e educadora, no site da autora, Twitter e Facebook. Ela tem também um site para o projeto Rad Women, que além desse, com mulheres do mundo todo, tem livros específicos sobre americanas, meninas mais novas e afins, nele constam informações não só das publicações mas também visitas em escolas e outros eventos.

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A Dama de Ferro

A Dama de Ferro A Dama de Ferro (The Iron Lady) *****
Elenco: Meryl Streep, Jim Broadbent, Olivia Colman, Alexandra Roach,, Harry Lloyd, Michael (I) Pennington, Iain Glen, Victoria Bewick, Emma Dewhurst, Michael Culkin, Amanda Root, Clifford Rose, Michael Cochrane, Jeremy Clyde, Michael Simkins, Nicholas Farrell, Phoebe Waller-Bridge, Alice da Cunha, Richard E. Grant, Anthony Head, Roger Allam, Hugh Ross, David Westhead, Susan Brown, Matthew Marsh, Pip Torrens, Angela Curran, Angus Wright, Julian Wadham, John Sessions
Direção: Phyllida Lloyd
Gênero: Biografia/Drama
Duração: 105min
Ano: 2011
Sinopse: “Cinebiografia de Margaret Thatcher, ex-Primeira Ministra britânica, que retrata desde a sua infância até o período mais impopular do seu governo, em 1982, quando ela tentava salvar sua carreira nos 17 dias que antecederam a Guerra das Malvinas.” (fonte)
Comentários: Que eu choro em 90% ou mais dos filmes que assisto não é novidade. No carnaval eu assisti “Sempre ao Seu Lado” e quando me olhei no espelho meus olhos tavam praticamente fechados de tão inchados. Existem filmes que choro sempre que assisto, filmes que choro MUITO e filmes em que só saem lágrimas. Choro porque me emociona, sendo uma emoção triste ou feliz. Porém acontece de vez em quando, muito raramente, de o filme me causar algo pessoal. Não sei de “machuca” mesmo, não sei como, mas naquele filme eu estou chorando porque me atingiu com força. A última vez que isso tinha acontecido foi na 2ª vez que assisti “Relíquias da Morte – Parte 2”, eu chorei durante, depois, eu soluçava. MESMO.
Mas aí eu vi “A Dama de Ferro” e o efeito foi mais ou menos o mesmo. Não chorei TANTO assim, mas foi um choro pessoal mesmo, eu chorava pelo filme, eu saí dali soluçando e depois do filme eu precisei evitar de sentar, porque sabia que se isso acontecesse ia acabar chorando denovo.
O filme é maravilhoso em todos os sentidos da palavra. É uma biografia maravilhosa, é um romance maravilhoso, um drama maravilhoso e principalmente: é um filme sobre POLÍTICA maravilhoso. Ao longo da duração eu fui vendo muita gente no cinema impaciente, o cara que tava na minha frente olhou as horas no celular várias vezes e eu entendo… Se você não tem interesse nenhum nesse gênero não vale a pena. E eu confesso que eu não gosto de ver filmes políticos brasileiros, americanos ou o que quer que seja… Mas quando se trata de um filme BRITÂNICO isso muda, porque todo mundo sabe o quando eu sou apaixonada pelo Reino Unido e sua história, seja ela qual for.
Foram dois Oscars merecidos. Meryl Streep inclusive merece o Oscar sempre, e mulher é fantástica-sacana em “Diabo Veste Prada”, muda pra fantástica-ABBA em “Mamma Mia!” e é também fantástica-Primeira Ministra nesse. E pra complementar veio a maquiagem, também vencedora que conseguiu torna-la IRRECONHECÍVEL. A gente só percebia que se tratava dele quando ela dava aquele sorrisinho lateral dela. Rejuveneceram e depois envelheceram a mulhar uns 20 anos durante a história, você acredita que ela tinha 40 e acredita que tinha 80. FÁCIL. Lógico que a interpretação ajuda. Mas a questão é que fazer maquiagem de monstro, de machucado, de qualque exagero é fácil de fazer bem feito perto de fazer a PELE de alguém. Eu estou absolutamente apaixonada pelo filme, apaixonada pela Margaret Thatcher e pela história dela, eu acho que deveria ter ido assistir antes. Nota 10 ou mais.
Melhores Cenas: Quando ela vence a Guerra das Malvinas, com toas aquelas bandeiras do Reino Unido ao redor dela (o quarto dos meus sonhos, ahaha) e depois de ter dado um tapa de luva de pelica nos EUA. Ela arrisca tudo, perde muito e ganha. Foi uma sequencia maravilhosa, cheia de cenas REAIS misturadas com as gravações – aliás, o filme todo. Ótima mesmo. Desde o ataque da Argentina até a vitória do Reino Unido.
Mas se tratando da parte do “romance”… Quando ela desiste de ver o Denis “indo embora” mesmo depois de ter visto que era melhor pra ela, meu Deus, toda vez que lembro dessa parte entendo o motivo de ter soluçado tanto. Sem contar que conseguiram duas combinações de atores bonitas pra formação do casal, tanto quando jovens como o casal “oficial”, já bem adultos e velhinhos (e eu adoro Jim Broadbent aka “professor Slugue”, que também é vencedor do Oscar, né…). E aí ela vai lavar as xícaras, ai, lindo!!
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Segredos e Lendas do Rock

Segredos e Lendas do Rock Segredos e Lendas do Rock
Autor: Sérgio Pereira Couto
Gênero: Literatura Nacional/Biografia
Ano: 2008
Número de páginas: 160p.
Editora: Universo dos Livros
Sinopse: “Boatos e rumores sempre foram um atrativo para que as pessoas se interessem pelas celebridades. O mundo do rock, entretanto, possui histórias que vão além desse simples interesse e se misturam com a vida real de tal maneira que formam verdadeiros segredos e lendas que tanto fascinam os fãs. Neste livro, o autor seleciona e fornece detalhes a respeito de diversos fatos envolvendo os astros do rock, o que fará com que o leitor se divirta e solte a imaginação com tantas histórias envolvendo seus maiores ídolos.”
Comentários: A nova bibliografia para minha querida Tag Listening To!! Robert Johnson, The Beatles, Jim Morrison, Pink Floyd, Led Zeppelin, Elvis Presley, Rolling Stones, Nirvana e tantos outros… Essas verdadeiras FERAS do rock tiveram vidas cheias de momentos conturbados que geraram lendas, e muitas delas são realmente confundidas com a realidade. Esse livro trás não só esses mitos, mas também uma biografia do artista e da banda, suas origens, influências e maiores sucessos. E o legal não é só saber mais sobre suas bandas favoritas, mas também conhecer outras que estão relacionadas, sempre com indicações de músicas específicas. Eu mesma passei a ouvir Nirvana pra valer depois de ler!! Vale a pena pra quem gosta de música, pra quem gosta do rock e suas “ramificações”, e também pra quem tem vontade de gostar!! Virou quase um guia de consulta rápida de bandas pra mim, espero que ele lance o “Segredos e Lendas do Rock 2” mesmo!!

Pessoal, não deixem de participar da Promoção 1 iPad ou 100 Livros!! Tá acabando o prazo!!

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