Fahrenheit 451

Fahrenheit 451 é um filme inglês de ficção científica baseado no romance homônimo de Ray Bradbury, dirigido por François Truffaut em 1966. Sexta feira, dia 16, minha professora de “História do Livro” passou na aula pra gente, como um exemplo de “mudança de suporte” possível na história dos livros e eu achei lindo! Triste, mas lindo!

Fahrenheit 451 Sinopse: “Num futuro hipotético, os livros e toda forma de escrita são proibidos por um regime totalitário, sob o argumento de que fazem as pessoas infelizes e improdutivas.
Se alguém é flagrado lendo é preso e “reeducado”. Se uma casa tem muitos livros e um vizinho denuncia, os “bombeiros” são chamados para incendiá-la. Montag é um desses bombeiros. Chamado para agir numa casa “condenada”, ele começa a furtar livros para ler. Seu comportamento começa a mudar, até que sua mulher, Linda, desconfia e o denuncia. Enquanto isso, ele mantém amizade com Clarisse, uma mulher que conhecera no metrô. Ela o incentiva e, quando ele começa a ser perseguido (e morto, segundo a versão televisiva oficial), ela o leva à terra dos homens-livro, uma comunidade formada por pessoas que memorizavam seus livros e também eram perseguidas. Essas pessoas decoravam os livros, para publicá-los quando não fossem mais proibidos, e os destruíam.”

Comentários: Quando o filme começou eu pensei “O que isso tem a ver com a aula?”. Quando terminou estava com lágrimas nos olhos e já pensando que eu daria um ótimo “Harry Potter e Pedra Filosofal”. Essa ideia de um mundo onde a leitura é proibida é simplesmente aterrorizante, eu tremia a cada página queimada e ficava pensando se isso realmente fosse acontecer, gente, eu NUNCA deixaria que queimassem meus livros! Ia pra cadeia com certeza.

Uma coisa legal que eu li na internet é que no início do filme ao créditos iniciais (como nomes de protagonistas, diretor e etc) são “falados” para já passar uma ideia de que a leitura era desnecessária. Achei incrível a maneira como foi retratado esse futuro hipotético na década de 60. Eu já tinha ouvido falar desse filme várias vezes e tinha vontade de assistir por causa do nome. Mas eu imaginava algo super na área de exatas, nunca imaginei que se tratava de um assunto assim, “em nome da leitura”.
(Na verdade eu nunca entendi física, mas confesso que se pudesse voltar atrás faria de tudo pra entender e cursar física na faculdade, acho o máximo.)

E aí vem a explicação: Fahrenheit 451 (o equivalente a mais ou menos 232°C) é, segundo o filme, a temperatura em que a superfície dos livros começa a queimar. Super recomendado! Pra quem gosta de ler escolher qual livro quer ser. E agora quero ler o livro no qual ele é baseado…

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Os anos 60

(Calma, gente, não morri… ExpressoRosa tá fora do ar e fica difícil responder comentários e etc com o endereço do Blogger… Vou ver se resolvo isso essa semana, aí vocês podem voltar a usar o endereço bonito e respondo os comentários!!)

* A tia Carmen é casada com o tio Luís, irmão da minha mãe e os dois são pais dos meus primOs mais lindos: Limão e Dih. O irmão da tia Carmen e a mulher dele, Patrícia, são dois amores de pessoas, tratam a gente como sobrinhas e até passamos a páscoa do ano passado com eles… Ontem foi aniversário de 50 anos da Patrícia e, pra comemorar, ela fez uma BAITA FESTA com o tema “Anos 60”.
Eu, que amo, já não perdi tempo e planejei tudo. Fui na casa da vovó, olhei todas as roupas dessa época que tinha lá, achei um vestido azul de bolinhas vermelhas LINDO. Mandei apertar, fui no salão, pintei o cabelo (retoquei o preto-natural que tava desbotadão por causa daquele maldito loiro!!), fiz chapinha, coloquei uma fita no cabelo, a Melissa Fivela Flocada preta da Daninha, uma make exagerada e let’s go!! A festa foi ontem e, nossa, foi maravilhosa!! Teve comida típica, todo mundo devidamente vestido, teve Escola de Samba (que foi a parte que menos “me mechi” porque, né… Eu não gosto muito!! Tá: eu ODEIO!!), teve músicas dos anos 60, teve umas de discoteca das 2 décadas seguintes – incluindo Dancing Queen -, teve banda ao vivo tocando tudo, teve concurso de “fantasia” que a tia Carmen ficou em 1º lugar feminino, teve táxi e lambreta pra tirar foto, teve distribuição de “enfeites” que iam das típicas pulseiras-neon até óculos estilo “Gatinha” pras moças se caracterizarem melhor, teve pé exausto de tanto dançar!!

Lambreta vermelha + Decoração de bolinhas e discos de vinil da entrada:

Foto 01

Moças da escola de samba no palco + Moços da escola de samba tocando

Foto 02

Mamãe provando que Elvis não morreu + Mamãe e Renato achando que tão no Rio!!

Foto 03

Dih levando Daninha pra passear de táxi + Dih levando Daninha pra passear de lambreta amarela

Foto 04

Eu e o vestido de bolinhas antes de ir pra festa + Eu e Daninha com os óculos “gatinha” lindos!!

Foto 05

Dih me dando carona no sidecar da lambreta amarela + Dih, Limão, eu e Daninha siacabanu!!

Foto 06

Momentos Top de linha:
– Dih pedindo Daninha em casamento no meio da pinta de dança (e ela recusando, *mimimimimimi*)
– Dancing Queen: desligaram a filmadora e aí o telão virou vazio. Na hora do refrão o moço ligou a câmera denovo e EU apareci no telão assim, sabe, mágico demais!!
– A gente achando onde tinham “escondido” o táxi e as lambretas e tirando fotos!!
– Preimiação de melhor roupa dos anos 60
– Limão e Dih batendo a cabeça enquando tocado o rock-mixado
– Limão (não) dançando forró comigo, sério mesmo, ele é ruim DEMAIS, e olha que eu nem sei dançar e tals…
… na verdade o Limão foi o ponto alto da festa. Quero descobrir O QUE tinham colocado no copo daquele menino porque vou fazer virar obrigatório em todas as festas… A animação dele era cativante!! Sabe o que é seu primo ser tipo “o mais sem graça” que não ficava nem 5 minutos dançando e aí, de repente, ele move platéias e ainda vira meu par em 80% das músicas, hahahaha!!

Momentos Tristes:
– O celular do Limão que eu até agora não sei se ele achou!!
– Aaaaah… A hora de ir embora, depois das 4 da manhã!!

Ouvindo: Anos 60 – Roupa Nova (e lá tem como ouvir outra coisa??)

– Comentários

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