3 dias com @polypop

Fotos Viagem

Imagina você, ajudando sua filha preparar as coisas dela para viajar no mesmo dia a noite, quando ela finalmente solta: “Mamãe, você não tá nem um pouco preocupada com sua filhinha pegando um ônibus noturno indo para uma cidade que ela não conhece para se hospedar na casa de uma pessoa que ela nunca viu pessoalmente?” Pois é, foi o que minha mãe teve que ouvir a duas quintas feiras atrás. Depois de pensar muito no nível de irresponsabilidade dela em permitir tal atrocidade, ela finalmente respirou fundo, chegou a uma conclusão e disse “Ah, por favor, é a casa da Poly, né? A Poly é a Poly, tá tudo bem!”

É… Essa é para você aí que acha que amizades que começam pela internet não podem funcionar bem: até minha mãe sabe que eu e a Poly somos amigas o suficiente para rolar esse tipo de confiança e não deu outra, no dia seguinte antes das 7h da manhã lá estava eu descendo do ônibus e vendo ela na janela de casa, me esperando para dar um abraço e poder uma saber de verdade como é a voz, o jeito e a risada da outra. E era bom que desse certo porque nós tivemos que passar 3 dias juntas na casa dela, que sacrifício: 3 dias ao lado de alguém que eu gosto TANTO (e que não vejo nunca), perto de uma praia linda (que eu não gosto, mas praia é praia e mineiro na praia é mineiro na praia), convivendo não só com ela mas também com a mãe dela que é alguém incrível e mais: ajudando nos preparativos do aniversário! Ai, agora que eu descrevi esses dias me deu um aperto no coração e eu quero ir de novo, gente! Vou tentar contar como foi com algumas fotos e palavras, não vai ser o suficiente mas ainda assim: vamos lá!

Eu cheguei na casa da Poly na manhã da sexta feira, dia 9 e nem cogitei a possibilidade de dormir, mesmo estando cansada de 10h num ônibus, só tomei banho e fui tentar ajuda-la nas várias coisas que ainda faltavam arrumar para o aniversário dela que seria comemorado no dia seguinte. Aliás, comecem a campanha: POLY, MONTE SUA PRÓPRIA EMPRESA DE FESTAS JÁ! Ela tem talento natural, só pode. Cozinhou tudo, preparou tudo, confeccionou tudo, uma eficiência fora do tamanho, até eu me animei em fazer algo para mim mesma – quem sabe ano que vem? Passamos a manhã na cozinha, elas cozinhando e eu tentando ajudar no que deu, separando as forminhas, colocando as coisas no lugar. Ficamos nisso até a hora do almoço e assim que terminamos de comer já tinha mais coisa pra fazer. Lá pro meio da tarde para descobrir onde eu precisaria embarcar no meu ônibus da volta e em seguida ir ao aeroporto buscar a outra hóspede/convidada interestadual que estava para chegar: a Fernanda! Gente, que pessoa incrível, comunicativa, inteligente, alegre… Amei!! Foi bom passar 2 dos meus 3 dias com ela também! Chegamos em casa e nem fizemos muita coisa, basicamente trocamos de roupa para jantar lá perto porque comer em praia merece comida praiana! Quando voltamos ainda deu tempo de montar a decoração da festa de uma vez, roubar a senha da WiFi pro meu celular e ir doooormir porque eu tava MORTA. Gente, coloquei meu despertador para tocar e ainda assim não acordei, fui levantar era 10h da manhã morrendo de vergonha por ter dormido demais, já tava todo mundo na casa trabalhando loucamente porque “o dia” tinha chegado, nada poderia dar errado. E não deu!

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Às 18h, que era o horário em que a festa tava marcada, só tinha UMA coisinha faltando: a aniversariante! Mas ela pode, né? Ainda assim os primeiros convidados só chegaram 40 min depois, então ficou pronta a tempo e o pessoal ficou só babando em tudo isso que vocês estão vendo. Sim, tudo feito em casa. Tá bom ou quer mais? Porque tem mais!

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Além dessas tem mais ainda, se alguém quiser ver tá no meu Flickr – as fotos foram tiradas na câmera da Poly, mas a “fotógrafa” da decoração foi a tia Luly, hihihi. Tem outros detalhes também no blog que a Poly fez pra festa. E aí tudo certo, o pessoal chegando, se servindo da ideia incrível da anfitriã de fazer um self-service de sanduíches, bebidas para todos os gostos a vontade… Eu estava lá, só terminando de abrir as vasilhinhas dos ingredientes para os sanduíches que eram vários, quando escuto a Poly chamando “Luuly!”, olho pra trás e vejo a Malú!!! E ela tinha me dito que talvez não iria, imagina minha alegria! Aliás, não só a Malú mas também o Gabriel dentro da barriguinha dela! Ai que delícia, a gente viaja para conhecer uma amiga e conhece duas! E aí estávamos papeando quando a Poly arrasta a gente para a sala e nos apresenta a Lissa. Own… Aí já era, né? Pegamos as dolls – que estavam só na decoração – e tivemos que tirar foto com elas, transformando o aniversário da Poly num bonecontrinho!

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E “as dolls” inclui a Elle, que foi comigo para celebrar o aniversário da dinda dela, claro! Eu ia levar a Penny Lane também porque 1) as meninas lá não conhecem Byul pessoalmente e 2) a Malú é madrinha dela e eu sabia que tinha a chance de ela ir, mas tava com medo de viajar com 2 dolls. Na próxima ela vai! Ah, a festa já tava gostosa conversando com o pessoal sobre assuntos normais da vida, mas foi melhor ainda juntar no canto falando sobre perucas, corpinhos, roupinhas e como a Malú faz poses com as bonecas dela que só ela consegue… Fiquei tão feliz porque conhecer pessoalmente a Poly que é minha gêmea-perdida-encontrada já era bom, poder conhecer também a Malú que é uma amigona e que admiro a quase 10 anos via internet era melhor ainda (e ver o Gabriel mexendo, e dar um presentinho pra ele) e ainda de surpresa conhecer a Lissa, que eu não esperava ver lá. Ê viagem que valeu mais a pena do que eu esperava! Quando pessoal começou a ir embora foi até triste. Mas antes de irem rolou “parabéns pra Poly” e todo mundo morrendo de vergonha de pegar os docinhos, de tão lindos, hahaha, o que também não durou muito tempo: foi só provar um que não dava mais pra parar, além de belos eram deliciosos! Fomos dormir depois que a Poly abriu os presentes e acordamos cedo na manhã seguinte porque eu e a Fer queríamos ver o mar, lógico… E quem já viu mineiro na praia sabe como é, né? Eu não gosto de sol, não gosto de água e nem de areia, mas fui, catei conchinha, tirei fotos, pisei no mar e foi uma caminhada delícia!

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Voltamos pra casa e foi o tempo d’a Fer se arrumar, comer e ir embora pro aeroporto =( Mas foi um prazer enorme conhecê-la e espero que a gente se reencontre muito ainda na vida, e a gente vai! Eu e a Poly ainda demoramos um pouquinho para comer, e depois fizemos o que acho que nós duas estávamos LOUQUINHAS para fazer desde que cheguei: SESSÃO DE FOTO DAS BONECAS!! Teve foto individual, foto com os doces, aniversário da Amy, eu tirando milhões de fotos da Norah (que é minha afilhada) e querendo rouba-la pra mim, Elle pegando roupa emprestada com as “primas” delas, fizemos Making Of e eu ainda ganhei coisinhas que a Poly fez pras dolls, entre elas VARINHAS e um POMO DE OURO! Só vocês mesma, né cumadi?

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Enquanto o dia foi acabando eu fui arrumando minhas coisas, tomando banho e aí passou e passou o tempo e chegou a hora de ir pegar o ônibus. Ai, chorei demais quando ele começou a andar comigo lá dentro, deixando tudo pra trás e já morrendo de saudades daquele fim de semana prolongado. Morrendo de saudades dos gatos da Poly olhando feio pra mim por roubar a mãe deles. Morrendo de saudades daqueles doces que tavam ficando, mesmo levando alguns na bolsa. Saudades da dona Ruth, mãe da Poly, que é uma pessoa maravilhosa que eu não canso de agradecer por tudo o que fez por mim naqueles dias e nunca será o suficiente. Saudades do tempo (pouco) que passei com todos os que conheci lá e não queria ficar sem eles na minha vida… Ai, saudades de você, Poly!!!!!! Eu confesso que cheguei meio sem graça, morrendo de medo de não gostarem de mim, e no último dia já me sentia tão em casa, incrível como você me conhece tão bem, incrível como eu posso ter uma amiga tão linda assim, mas que tem que ficar tão longe de mim. Ai, saudades de tudo! Saudades até de falar o “o” do nome dela aberto, tipo “Póly”, enquanto todo mundo fala fechadinho condizendo com o nome, com som de “Pôly”. Cheguei em BH na segunda feira de manhã feliz em sentir de novo esse tempo seco, esse ar poluído, esse céu cinza, porque é sempre bom voltar pra nossa casa mas, ó: eu prometo que eu volto! E assim que eu morar em um lugar em que caibam visitas ela que faça favor de vir aqui em casa me visitar também…

Ah, pra finalizar, esqueci de contar nossa descoberta master do fim de semana: o PhotoScape! Editor de imagem mais lindinho da vida – fiz essas montagens nele… Recomendo para todo mundo, até eu tenho dado uma abandonada no Photoshop por causa dele: é amor puro demais, viva a função “Avivar”!

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Quartetos…

Esse post (muito grande e emotivo, diga-se de passagem) foi originalmente postado por mim no blog do Cento e Oito e no final ficou tão bonito que resolvi postar aqui também!! Enfim, leiam!!

– Eu sempre dizia que “quartetos eram meu destino”. Mentira, não foi sempre que eu disse isso, mas sim depois de mais um novo quarteto depois do que eu achava ser o mais importante de todos. Na infância foi assim… Quando o quarteto de primos foi virando Sexteto (e é até hoje) a separação de meninos e meninas fazia virar quarteto denovo. Mas era tão leve que eu nem posso levar em consideração pra valer.

– Tudo começou provavelmente na 5ª série. Nossa “canequinha” era constituída das únicas 4 garotas que não andavam com o bando que formava a panela do resto da sala. Aliás é isso, eu sempre fui da turma das “de fora”, as excluídas, as excessões. E sempre gostei de ser assim.
Na sexta série nossa Canequinha foi invadida por mais 2 pessoas e aí, bom, enquanto fossem números pares eu tava feliz!!

– Aí eu mudei pra Belo Horizonte e cheguei aqui formando um quarteto logo de cara, mas que rapidinho foi desmanchado, metade pra cá e metade pra lá. Mas a “metade de cá” acabou se unindo com mais duas pessoas, não tão frequentemente, mas ainda assim era um quarteto… Aliás dessas 3 pessoas duas continuam na minha vida com muita força… Lud e Gugui. E cito seus nomes porque as vezes eles se unem a outros quartetos no meu cotidiano.
Quando estava fora da escola eu tinha mais um, ao lado da Lud, Daninha (sim, @daninhaddl) e Nana… Era quase um quarteto de irmãs, as 3 pessoas em que eu mais confiava no mundo.
Mas e quando o tempo passa e os laços vão quebrando?? Eu não podia ficar sem 3 pessoas para amar. O trio que eu formava com Daninha e Patiquinha estava desfalcado e eu puxei o Gugui, meus companheiros de adedanha via Msn e, claro, de supostas viagens que nunca aconteceram. Era um futuro muito distante, e pouca determinação, confesso.

– Mas nenhum desses quartetos jamais de comparou ao “Quarteto Fantástico” do Ensino Médio, ou dos dois primeiros anos dele. Pra mim eu nunca encontraria pessoas que pudem me entender melhor do que Mimmy, Aninha e Gabi. Foi uma das amizades mais bonitas que já tive e mesmo 4 anos depois basta um pequeno momento de alegria ou dor compartilhada pra gente voltar a agir exatamente como aquela época. Principalmente as tragédias fura-filas da vida.

– O “fim” (físico, não real) do meu Fantastic4-ever- fez com que eu corresse atrás de um novo quarteto, mas acabou aparecendo um trio. Camilittle-little-little, Minhoca-uh-haha e Lulylicious: essa foi a amizade mais rápida e inesperada que poderia acontecer. Como duas pessoas que sempre se conheceram e uma que nunca viram na vida poderiam se unir assim?? Era, definitivamente um TRIO, não poderia entrar mais ninguém.
Mas aí é que está o problema com trios: uma hora a “dupla” vai ter que prevalecer. E quando cada parte dessa dupla tem uma irmã da mesma idade da outra, pronto, surge um novo quarteto.
E ainda no mesmo ano, nosso G8 que foi ao Hopi Hari não ficou divido em vários quartetos?? Os da frente e os de trás. Os da direita e os da esqueda do ônibus. As meninas e os meninos… Aliás foi aí que eu vi que meu destino era viver de 4 em 4 pessoas: quando chamaram aquele “quarteto feminino” de QUARTETO!! Pronto, estava definido.

– Depois disso foi o fim do colégio e eu achei que tinha acabado. A gente para de andar em bandos, começa a andar com as pessoas no geral, com partes picadas, a gente anda sozinho. Mas eu tava enganada. Ainda estava pra “nascer” o quarteto mais importante da minha vida, e aquele que eu sei que vai durar simplesmente porque não existe nenhuma instituição de ensino ou profissional para unir. A união começou com UMA coisa em comum, mas não parou por aí e virou um amor enorme, um amor maior. E eu já não sei mais ficar sem isso.

– Sim, é claro, estou me referindo ao @centoeoito. Quando comecei a colecionar bonecas e eu e minha irmã fomos nos unir ao Grupo (já não tão unido) das Bonequeiras de BH eu fiquei feliz em já conhecer alguém lá porque tinha certeza de que nunca seria nada além de mais alguém ali dentro, daquelas que mal fala com as pessoas e não firma laços. Mas não. Pelo contrário: nunca vi laços tão fortes como os que nós temos sendo firmados nesse meio. E eu agradeço todos os dias a Deus por ter colocado essas duas pessoas maravilhosas na nossa vida e que hoje estão entre as pessoas que mais amo no mundo. No “Top 10” das pessoas que mais amo no mundo!!

@centoeoito

“No one could ever know me, no one could ever seem me, seems you’re the only one who knows what it’s like to be me… I’ll be there for you ’cause you’re there for me too.”

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Ser feliz é ser quem você é…

– Então… Eu vi no Just Lia falando sobre o vídeo fantástico da Nextel com Fábio Assunção no papel de Dr. Saulo, assisti e ri, mas até então a graça era pouca até que a Beca me escolheu como a Atriz do vídeo dela e aí empolguei e fiz o meu também!! Foi difícil escolher quem seria a única menina do meu vídeo, porque as vezes escolhendo uma é injusto por não ter escolhido a outra, mas no final tudo ficou hilário, hahaha.

videonextel

– E a graça do filme não é só ver as outras pessoas e sim fazer o seu e preencher TODAS AS 3 ETAPAS porque cada vez que você assiste ao SEU vídeo fica mais engraçado do que ver o das outras pessoa porque tem uma surpresiinha no final!! Pra fazer o seu clica aqui (tem que ter conta no Facebook, todo mundo tem!!), e não deixem de assistir o meu e o da Beca!!

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E agora: Amigas Pullip

– Agora que re-fiz o Amigas Blythe, estou livre pra adaptar pra outro tipo de bonequinha asiática cabeçuda que eu particularmente acho a mais linda: a Pullip!! Kimberly, Mimia e Elle são minha vida agora e, sendo assim, quero transformar as mesmas amigas da última vez nessa paixão também!!

– Mas antes eu sou a Chill e fim de papo:

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Daninha não é uma Pullip, e sim nossa eterna Dal Sooni:

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Drizinha é uma Nina:

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Lili é uma Ddalgi:

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Beca é uma Clarity:

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Lud é uma Bonita:

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Poly é uma Alte:

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– Meninas… Vocês AMARAM denovo?? Esse eu achei simplesmente perfeito!!
E você aí, não sabe nada sobre Pullip, mas morre de vontade de saber?? No Pullip.com.br tem TUDO e no Plastic Teen vocês acompanham 5 Pullips postando semanalmente!!

ps.: todas as fotos das bonecas foram retiradas do Pullip Style.

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Meme Amigas Blythe: o verdadeiro!!

– No início do ano passado eu postei o meme Amigas Blythe e, até então, eu não entendia praticamente NADA desse mundo bonequeiro, ainda tava juntando dinheiro pra comprar a Kimberly. Mas agora eu entendo bem mais, das Blythes um pouco menos, mas o suficiente para fazer esse meme de forma bem mais legal!!
Daquela vez eu peguei fotos aleatórias e foi associando… Agora, eu vou escolher os modelos de Blythe que mais combinam com aquelas que mais merecem aparecer num meme assim.

– Antes de qualquer coisa… Eu sou uma Bow Wow Trad porque é minha Blythe favorita:

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Daninha é uma Prima Dolly Tokyo:

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Drizinha é uma Cassiopeia Spice (apesar de não ser mais loira, mas não importa):

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Lili é uma Punkaholic People:

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Beca é uma Tommy February 6:

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Lud é uma Margaret Meets Ladybug:

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Poly é uma Milky Way Sugar:

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Meninas… Vocês AMARAM?? Eu fiquei um tempão pra escolher quem seria quem e acho que me saí bem, hihihi. Em teoria as indicadas são essas escolhidas, então fiquem a vontade. Agora tô pensando em fazer uma outra versão desse meme, mais legal ainda, aguardem!!
– E você aí, não sabe nada sobre Blythe, mas morre de vontade de saber?? No Blythe.com.br tem TUDO!!

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