Mochila cor-de-rosa (uma pequena vitória nessa cor)

Mochila cor de rosa: foto de Luly Lage aos 15 anos, sentada em sua cama com as pernas cruzadas e corpo curvado para frente, usando roupa de frio, óculos redondos e cabelos presos. Ao seu lado há uma mochila cor de rosa. A roupa de cama, almofada que está atrás e materiais escolares em sua frente são todos desse cor, e ao seu lado há uma grande janela branca, fechada.

Uma coisa que não entendo na sociedade é isso de dar rótulos para cores. Não digo dividi-las entre primárias/secundárias ou frias/quentes, nem todo o estudo da psicologia que analisa os sentimentos que despertam na gente, mas essas convenções sociais meio bobas que decidiram que cores pertencem ou não a um certo grupo. Determinar que rosa é de menina, azul de menino, criança não pode usar preto e vestir vermelho num casamento é desrespeitoso, sabe? Na minha vida isso foi, por muito tempo, tão forte que mesmo me adequando ao que esperam, tendo rosa como cor favorita, foi um problema. Uma mochila dessa cor quando criança? Não só aceitável como também beirava o obrigatório… Querer continuar assim na adolescência? Poxa, aí não, né? É muito infantil uma MOÇA da sua idade continuar com uma besteira dessas! Essa sua obsessão faz mal, hein?

Várias fases da minha vida foram marcadas por essa afirmação de que eu não podia gostar das coisas que gostava, principalmente de rosa. Por muito tempo acreditei nisso e tentei me conter, pelo menos na frente das pessoas que insistiam nas críticas, mas felizmente dentro de casa não acontecia tanto. Faltando poucos dias para entrar no 2º ano do Ensino Médio, por exemplo, minha mãe chegou em casa com uma mochila rosa, muito rosa, rosa NEON de marca 100% genérica, mas que pra mim soava como artigo de luxo. Além disso, ela encapou todos os meus livros num mesmo papel dessa cor, o que junto com o fichário e demais materiais escolares me transformava basicamente numa versão baixinha e morena da Barbie. Pra mim esse era o maior do elogios. Impressionante como uma coisinha de nada acaba sendo gigante na nossa cabecinha às vezes…

Hoje em dia o neon não me atrai tanto, só no cabelo onde preciso usar esse tipo de máscara pigmentante para fazer o rosa pegar num descolorido que não abre tanto, mas ainda sinto o ar de vitória no rosa claro de itens grande, como móveis e eletrônicos, e rosa choque pros detalhes das roupas, acessórios, materiais e todo o resto. E se a crítica vier, não escuto nem condeno… Não querendo defender os críticos de um modo geral, mas se você parar pra pensar por muito tempo as opções de materiais escolares e outros itens nessa cor realmente não favoreciam quem queria usar sem parecer infantil, era difícil achar coisas destinadas a meninas sem ser assim e o contrário também acontecia… Agora, porém e felizmente, existe mochila e todo um mundo em cor-de-rosa para todo mundo que ama usar a abusar em qualquer idade, ainda bem! Olha algumas da Imaginarium aí:

Montagem contendo quatro mochilas da marca Imaginarium em um fundo geométrico, todas na cor rosa. Em destaque, num tamanho maior que as outras e com um coração de favorita em cima, há uma mochila rosa claro com bolso na frente e duas opções de alça, de mão, em cima, e para colocar nas costas. As outras são todas apenas para usar nas costas, um em tom metálico, outra azul marinho com detalhes e interior rosa e a última uma mochila térmica, robusta, em tom que puxa para o vinho.
Frame Rose; Role Rose Metálico; Nunca Errei; Térmica com carrinho | Imagens da loja Imaginarium.

Psiu! Prest’enção! Esse post é uma publicidade da Imaginarium. Você pode conhecer os produtos da marca visitando uma de suas lojas físicas, espalhadas em diversos lugares do Brasil, e nas redes sociais Facebook, Instagram, Twitter Pinterest e no canal do YouTube.

Esse post faz parte do Especial 17 Anos de Sweet Luly, que serão completos em 26 de junho de 2021, onde estou escrevendo um texto para cada ano de vida do blog. Esse é o terceiro, referente a 2006!

Mochila cor de rosa | Dia 02 do Sweet Luly Especial 17 anos: posts dedicados a cada ano de vida do blog ao longo de junho de 2021!

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Aqui foi o começo de tudo

Capa da revista W.I.T.C.H. de fevereiro de 2003, onde uma das personagens, Will, tem sobre sua mão um objeto mágico que fazia parte da história. Abaixo, entre as reportagens anunciadas, se lê 'Descubra o blog: o diário da internet'.

Em 2002, quando eu tinha uns 11, 12 anos, todas as minhas amigas tinham internet em casa, menos eu. Na época o IG era o provedor gratuito mais popular entre elas, e com isso teve uma grande onda de criação de sites no domínio HpG deles. Eram páginas onde colocavam informações e imagens copiadas de outros lugares, com anúncios de produtos que não vendiam, só porque todo mundo fazia igual, mesmo. Eu também queria ter um, não pra copiar coisas das internet, mas pra colocar tudo que sabia sobre Harry Potter e, quem sabe, convencer as pessoas a ler também, sei lá, acho que a produção de conteúdo já tava doida pra nascer aqui dentro. E nesse contexto de desejar horrores algo que eu não poderia ter li, numa revista W.I.T.C.H., sobre blogs pela primeira vez. Foi aqui, nesse ponto da história, o começo de tudo.

Talvez por ser “certinha” demais, talvez por ter um tio analista de sistemas que já falava sobre comportamento on line, mas o que elas tinham não era o bastante pra mim. Nem culpo as meninas, não, eram crianças brincando de se tornar adolescentes, só curtindo a fase e a tendência do momento, tá tudo bem. Mas quando li sobre os blogs, sobre a possibilidade de ter um espaço que se assemelhava a um diário (algo que sempre mantive) onde eu poderia me expressar do meu jeito, puts… Parecia bom demais pra ser verdade. Ainda assim eu não tinha como criar um, o computador lá de casa casa era mais pro trabalho dos meus pais, eles já me deixavam jogar nele, era bom demais pra ser verdade e, novamente, não tinha internet. No meu aniversário de 13 anos, porém, tudo mudou.

A gente tinha mudado pra Belo Horizonte há poucos meses e tava sem computador NENHUM, então ganhei um já usado, mas aos meus olhos tão precioso que merecia aquele espacinho do quarto só pra ele. Uma das primeiras coisas que fiz, antes de ter internet (o que demorou uns três meses), foi abrir o Power Point, que era uma ferramenta que eu sabia usar relativamente bem, e criar meu primeiro blog ali. Eu sei, ok, não era um blog de verdade, mas foi meu primeiro ainda assim. Minha novas amigas da nova cidade me passavam imagens usando disquetes, um monte de gifs da Hello Kitty e do Garfield, e ficava eu, felizinha, decorando meu falso bloguinho com eles fingindo pra mim mesma estar realizada. Mas não estava. Eu queria um blog de verdade, e quando instalamos um discador da Click 21, que também era gratuita, corri pra cria-lo!

Blig, Blogger Brasil, Weblogger, não sabia qual opção era melhor. Pra mudar o “fundo” tinham códigos HTML, coisa que nunca tinha ouvido falar. Fiquei sabendo que o site da Dakotinha, a marca de sapatos, tinha uma ferramenta de criação de blogs bem simples e resolvi apostar, criando lá meu segundo primeiro blog. Esse sim, tinha um endereço, área de comentários, troca de ideias, era muito legal. Mas as meninas normalmente usavam só pra copiar e colar mais gifs, então entrei na onda, melhor isso do que nada, né? Mandei o link pra uma amiga da outra cidade por SMS e ela respondeu com o dela, no Blogger (o antigo, da Globo!) e, gente, tudo muito diferente! Tinha o tal template tirado de um tal template shop. ela escrevia seu dia a dia com área legal pra perfil onde dava pra colocar até música e calendário. Eu queria um DAQUELE JEITO!

Pesquisei HORRORES até descobrir como funcionava. Criei conta em todas as plataformas existentes e, no chute, escolhi o Weblogger como opção ideal. Nele, criei meu terceiro primeiro blog, o “Mione Pink”, que depois virou “Legally Elle Woods” (ai, eu tinha TREZE ANOS, dá um desconto, vai?), um espaço que me ensinou a ser blogueira de verdade. Aprendi tanto nessa fase! Trocava de template como quem troca de roupa, criava meus próprios gifs, fui caminhando até pra criar os templates em si. Tive outros primeiros blogs nesses outros sites, vários comunitários com um monte de gente, o desejado blog pra falar de Harry Potter e um pra cada coisa que gostava. Vivi começo atrás de começo nesse processo, minha vida se resumia a isso: escola durante a semana, blogs aos sábados após as 14h e domingo o dia inteiro… Só quem viveu a internet discada entende.

O resto da história, vocês já sabem… Cansada de pular de um endereço pro outro e conhecendo o mundo das “blogueiras patty”, que eram felizes sendo elas mesmas e mostrando que eu podia ser também, decidi que não teria outro “primeiro blog”: teria o MEU BLOG, ponto final. E foi assim que nasceu, nos primeiros 33 minutos de 26 de junho de 2004, o Sweet Luly. Nem vou me alongar aqui sobre como tudo mudou de lá pra cá, não é o foco… Só sei que sempre vou guardar essa revista W.I.T.C.H. que me deu o pontapé. Esse mês o blog completa 17 anos e ao longo de junho farei posts bem variados que tenham a ver com cada ano que ele passou no ar, começando por esse, que representa o próprio 2004, contando a mini Ilíada que me trouxe nessa linda Odisseia de estar aqui!

Aqui foi o começo de tudo | Dia 01 do Sweet Luly Especial 17 anos: posts dedicados a cada ano de vida do blog ao longo de junho de 2021!

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A aliança de prata

Foto de um buquê de margaridas, grande e pequenas, rodeadas de folhas verdes em um cesto de palha que não aprece direito na imagem. Ao fundo, um céu claro com muitas nuvens brancas.

Meu tempo de vida foi inversamente proporcional à minha importância naquela data especial. Antes do meu “nascimento” eu era apenas um monte de flores jogadas, mas quando a fita foi adicionada ao redor dos caules surgi oficialmente como um buquê de casamento. Eu sabia que seria uma das estrelas daquela noite onde uma aliança tão forte seria oficializada, que estaria na mão da noiva ao entrar e todos os olhos estariam em mim, ainda que indiretamente. Sabia que, depois, seria muito disputado por outras pessoas que também queriam viver aquele momento de alegria. Depois de uns dias estaria seco, cabisbaixo, e provavelmente iria para o lixo, no melhor cenário teria algum pedacinho guardado dentro de um livro, mas tudo bem. Minha missão era, pra mim, o que mais importava, e eu estava feliz em ser a escolha de Pilar Prates.no dia em que disse “Sim” para Jonathan Mesquita.

Enquanto Pilar caminhava pelo tapete vermelho, ele a olhava muito sorridente, com ar de quem estava se segurando para não chorar. Lembrei de uma amiga dela falando minutos antes, quando se preparava pra entrar antes dela, que ele era “o maior chorão”. Não consegui ver o momento exato em que se encontraram porque meu ponto de vista nem sempre é privilegiado, mas ser entregue à amiga em questão me deu visão total da breve cerimônia. Algumas pessoas riam, outras secavam lágrimas em lenços brancos idênticos. O casal se olhava de tempos em tempos, com muito carinho. O celebrante se atrapalhou por um instante com seu discurso pronto sobre alianças de ouro, sendo que todo mundo ali dentro sabia que cada um daqueles dedos anelares usava, há muito tempo, uma aliança de prata, a dela com um coração vazado, que deixou as fotos do noivado com um toque ainda mais especial.

A saída foi marcada por confetes jogados no ar e tumulto em direção ao salão onde a festa aconteceu. Apareci em fotos antes de ser momentaneamente esquecido para que não atrapalhasse danças, discursos e cumprimentos. De repente, antes que estivesse pronto para meu grande momento, Pilar me pegou de novo, subindo no palco. No microfone chamou TODAS as pessoas solteiras, mulheres ou não, para absorver um pouquinho da sorte que ela teve através do meu toque mágico. “Um… Dois… Três… Ainda não!”, ela brincou com a plateia eufórica feita de braços estendidos no ar. Meu frio na barriga era o maior de todos eles. Então ela olhou pra mim e sorriu, pedindo “Por favor” antes de, sem a típica contagem prévia, me lançar ao ar. Quase todo mundo foi pego de surpresa, exceto um par de mãos que nunca tinha sido recolhido após os arremessos de enganação.

Cecília me olhou sem acreditar. A noiva virou em nossa direção, ansiosa, e gritou com muita empolgação correndo para a amiga vencedora. As duas se abraçaram, me sacudindo no alto, como se eu fosse o maior dos troféus. Não faço ideia de qual foi a história que fez com que existisse uma torcida tão forte ali, mas cumpri meu papel de levar a ela o começo de um final feliz. A festa seguiu e terminou, levando os pombinhos para sua nova casa e eu para a minha, uma diferente da deles. Apesar dos esforços de Cecília para que eu continue em pé e cheio de vida, me sinto murchar a cada minuto, esperando pelo meu fim, que felizmente não chegou antes que eu pudesse assisti-la recebendo a caixinha contendo sua própria aliança, vinda de um lugar chamado Lojas Rubi, essa de ouro, para a alegria do celebrante que a mencionaria dentro de alguns meses.

Foto de duas mãos unidas sobre uma mesa onde há um fio de pérolas. A de baixo, masculina, usa uma grossa aliança de prata e de cima, feminina, com modelo semelhante, que tem um coração vazado, e unhas pintadas com um esmalte claro, ambos no dedo anelar.
Modelo de aliança Amare Love via Lojas Rubi.

Psiu! Prest’enção! Esse post é uma publicidade das Lojas Rubi. Você pode conhecer os produtos no site da loja e em redes sociais como Facebook, Instagram e canal no YouTube.

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Criei meu próprio Linktree usando o Elementor!

Imagem da tela de um celular mostrando uma página de links de fundo geométrico claro, uma foto de Luly Lage ao topo e alguns quadrados de bordas arredondadas cor de rosa contendo seus links. Ao fundo há um cadernos de capa brilhosa, tiara de cabelo de toalha, linha para crochê e iluminador, todos cor de rosa, e um pincel turquesa sobre o item de maquiagem, tudo isso sobre coberta de estampa de jornal.

Já tem um tempo que várias pessoas, eu entre elas, vem discutindo sobre ter autonomia na internet, produzindo para as plataformas de redes sociais, sim, mas sem deixar todo nosso conteúdo “nas mãos” delas, à mercê das inconstâncias que podem trazer. Uma das formas de fazer isso é manter nossos blogs como principal fonte ou complemento do que é produzido, dentro das limitações, é claro… Pra produção de vídeo pode ficar pesado sem o suporte do Youtube, por exemplo! Ainda assim, se possível, prefiro não depender de ninguém quando não precisar. E eis que aqui, afundada nos meus mil projetos simultâneos que vão além do blog, me vi dependente de mais um serviço externo ao usar o Linktree como alternativa de página de links para URL em redes sociais que permitem a inserção de uma só, e não estava nada feliz com isso.

Já com esse pensamento rodando por aqui, vi no Twitter a Rê Montenegro falando sobre, achando estranho empresas com seus próprios sites usando esses recursos sendo que podem fazer por conta própria. Lembrei das várias vezes em que ouvi dizer que o Instagram costuma “boicotar” perfis que usam, porque não é interessante pra ele que seu link da bio direcione as pessoas pra outras redes, ele quer te prender ali. Porém, mesmo com o blog tendo um pouco de todas as minhas produções, com direito a 17 anos da minha vida registrados, tenho muitos públicos variados nas redes que buscam especificamente cada um dos meus “eus”, querendo acessar o que interessa e pronto, não tinha como favorecer um. Então um belo dia fiz o que faço melhor: botei uma ideia na cabeça e não tirei até terminar, criando minha própria página de links!

Minha página no Linktree era bem basicona, com fundo preto, minha foto no topo e os links colocados em botões brancos. Não chegava a ser feio, realmente, escolhi a opção gratuita que achava mais bonita visualmente, mas tinha ZERO personalidade. Não tinha como dividir por categoria, colocar título, nada, eu que me vire pra tentar criar uma hierarquia que favorece meu trabalho. Uma pesquisa de segundos no YouTube me levou ao vídeo Como Criar seu Próprio LNKTREE NO ELEMENTOR do canal Descomplicando Sites, de onde peguei a base do que foi feito. Sendo assim resolvi relatar um passo a passo simplificado do que o vídeo indica e ainda pontuar o que coloquei por conta própria, dessa forma vocês podem consumir o conteúdo por lá e aqui ao mesmo tempo, além de descobrir suas personalizações particulares, claro!

Três capturas de tela do site linktr.ee/lulylage no Linktree, lado a lado, mostrando o visual do site no celular do topo ao fim. A descrição do visual está acima, no corpo do post.
Capturas de tela de linktr.ee/lulylage

ATENÇÃO! Psiu! Prest’enção! Para conseguir criar sua página usando os recursos abaixo você precisa ter seu blog ou site em domínio próprio usando WordPress.org, com o plugin Elementor instalado e ativado! Caso contrário você ainda pode, claro, usar recursos como o Linktree que suprem essa necessidade também!

Como dito no vídeo, na barra lateral do seu painel do WordPress é só ir em Páginas – Adicionar Nova e escolher como “Atributos da Página”, à direita, o “Elementor Canvas”. Clique no botão “Editar com Elementor” abaixo do título (eu usei apenas “Links”) e o editor vai uma página em branco, para você pintar com seu próprio trabalho. O vídeo recomenda que você crie uma seção com uma coluna só de 500px de largura, que também achei ideal, e adicione antes de tudo sua foto no topo, como os próprios sites de links para bio fazem, até começar a adicionar o conteúdo em si usando a widget Botão. Você pode coloca-los das cores que quiser, com bordas arredondadas ou não, adicionando ícones nas laterais para avisar de que tipo de link se trata. A personalização é bem simples e o vídeo ensina direitinho como!

Foi nessa parte que parei de assistir ao tutorial e comecei a explorar sozinha. Adicionei widgets de texto para criar um título abaixo da minha foto com nome, user nas redes sociais e uma breve descrição das minhas milhões de profissões. O primeiro link foi o do blog, que considero o principal, e abaixo dele adicionei a widget de Redes Sociais, usando ícones no lugar de textos e deixando todas elas redondinhas, lado a lado, ocupando menos espaço, porque eu realmente sou uma ratinha de internet e estou em todas. A partir daí usei o texto novamente entre os botões para separar meus projetos, como canal e podcast Vênus em Arte, ateliê Expresso Rosa (que coloquei apenas a loja, onde tem direcionamento pra demais redes), um espacinho pros meus livros publicados e, por fim, uma seleção de variados, bem diversa, mesmo.

Depois disso, com as páginas organizadas, ícones bonitinhos e já tendo selecionado o que entraria ou não, resolvi que era hora das “firulas”. Para que os botões tivessem um “tchan”, adicionei um fina borda interna branca, que contrasta bem com o rosa choque que uso normalmente, e meu padrão geométrico que é usado em artes tanto aqui, quanto em outros lugares, como fundo, dando uma neutralizada no branco que estava ali sem deixar pesado, já que ele é feito de losangos e triângulos cinza clarinho, criado originalmente para ser background aqui do blog, inclusive. O resultado final ficou muito mais bonito e até completo, passa de cara a mensagem que passo como pessoa dentro e fora da internet. Posso até adicionar mais links se quiser ou precisar, realmente sou MUITO multitarefas, e mesmo assim não vai pesar a navegação como aconteceria no Linktree ou similares.

Captura de tela da página de links personalizadas, conforme descrita anteriormente, ocupando duas telas de celular, e uma do perfil do Instagram @lulylage onde o link personalizado consta na bio.
Capturas de tela de lulylage.com/links e do Instagram @lulylage

Além de todas as vantagens já ditas antes, que são autonomia, personalização e evitar sabotagem do Instagram, essa mudança aumentou um pouco as estatísticas de visita do blog, uma vez que a página é aqui dentro e cada clique nela conta dessa forma. Também acho muito mais profissional colocar meu nome direto, mostrando desde a primeira vista que tenho meu próprio espaço. No caso do perfil profissional do ateliê, por exemplo, acho melhor já colocar o site em si, que é o foco, mas pessoalmente assim é bem cômodo ter todas as Lulys juntas, disponíveis pra quem se interessar por cada uma delas. E ficou tão legal que, depois que falei sobre nos Stories, recebi menção de pessoas queridas que também criaram os seus, como Adriel, Maidy, Chell, Grazy e outras dizendo que ainda vão fazer, e eu amei! Pequenos passinhos em busca d’a gente mesmo…

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Wishlist 3×3: Armações de óculos de acetato

Foto de uma modelo negra, com cabelos curtos e cacheados, volumosos, sorrindo com a cabeça levemente jogada pra trás. Ela veste uma camiseta branca e usa óculos de armação grossa de cor clara, além de segurar a parte frontal de óculos de Sol da mesma cor na mão esquerda, que está na altura do pescoço. Há uma tatuagem no ombro esquerdo descendo em direção ao seu braço.

Depois de quatro anos com um modelo colorido, ano passado troquei minha armação de óculos por uma bem mais chiquezinha, preta com detalhes dourados nas pernas, coisa mais linda. No dia que fui escolher queria outra, da mesma marca, mas ficou um pouco grande pro meu rosto, uma pena porque eu gosto é assim mesmo: opções maiores, que cobrem o máximo possível da minha visão tão ruinzinha, com formato mais retangular e sempre de acetato, emoldurando os quatro lados. Acho mais resistentes, principalmente porque já tive todos os tipos de acidentes possíveis com armações frágeis… E fora a durabilidade tem também o visual, passei muitos anos tendo vergonha dos meus “quatro olhos” até finalmente começar a achar bonito depois de ter aparecido no site Girls With Glasses, então agora a ideia fazer o contrário de esconder e sim transforma-los em algo marcante no meu rosto, mesmo!

Porém, mesmo com as escolhas certeiras que tenho feito depois de achar o estilo que gosto, ainda tenho vontade de ter mais de uma opção pra ir variando no dia a dia. Sendo sincera acho que saber o que gosto dificultou tudo, aí sim o coração treme de vontade de ter praticamente todos os que vejo pela internet nesse estilo. Pensando nisso, e sonhando com o dia que teria uma gaveta só de óculos pra combinar como quiser, criei uma wish list com os produtos da Óticas Viva, uma opção para quem estiver procurando Óticas em Guarulhos, dividida em 3 categorias com 3 opções cada, até mesmo para usar de referência nas próximas aquisições.

Mosaico com 9 fotos divididas em 3 linhas e colunas, de armações de óculos das Óticas Viva. Todos são feitos de acetato e possuem formato que tente para o retangular, a descrição do visual de cada modelo está abaixo, na própria postagem.
Imagens via Instagram.

1. Diamante com um toque rosado; 2. vermelho com fundinho rosinha; 3. rosa com fundinho vermelho; 4. diamante fumê; 5. mesclada preta e transparente; 6. preta com borda mesclada; 7. transparentinho; 8. degradê em tons neutros; 9. transparente levemente dourado!

Começando pelos cor de rosa, que apesar de ser minha cor favorita só esteve na primeira armação de todas, aos 7 anos, e depois nunca mais. Já passou da hora de uma outra, né? Vira e mexe aparece nas linhas do tempo das minhas redes alguns nessa vibe “transparente” puxando pro rosa e eu acho a coisa MAIS LINDA DA VIDA, ainda mais quando tem textura como no modelo diamante. Indo pro lado menos discreto, relembrando também meu tempo de óculos vermelhinhos, amei esses dois que unem as duas cores, um invertendo o esquema do outro, mas o terceiro, rosa na frente e vermelho no fundo, foi o favorito de TODOS! É alegre, mas ainda com charme e simplicidade.

E como eu não resisto a um pretinho não tão básico, não podia faltar alguns nessa lista! De novo a textura diamante, claro, porque é super chique sem precisar pagar uma fortuna – que é a melhor maneira de ser elegante, na minha opinião – junto com dois mesclados que também tem seu “tchan” sem precisar apostar no espalhafatoso. Achei que nunca ia encontrar uma estampa pros óculos que gostasse tanto quanto os aros tartaruga, mas esse estilo empatou bem de pertinho com eles…

Pra fechar, uma breve seleção de discretos, porém com borogodó, pros dias onde a gente não quer pensar muito e correr o risco de errar. Normalmente prefiro usar roupas, maquiagens e acessórios com maior contaste, o que no rosto significa tons escuros ou intensos, mas com um bom quadradinho transparente não tem erro, né? Além do básico também amei o que é nesse estilo, mas puxa pro dourado e tem estrutura robusta, que deixa o visual mais trabalhado, e os degradês que não consigo deixar de fora quando faço listas do gênero. Eu AMO, muito, tanto quando são de tons neutros como esses quanto os que juntam isso com uma corzinha, um jeito incrível de juntar as duas coisas numa tacada só…

Psiu! Prest’enção! Esse post é uma publicidade das Óticas Viva. Você pode conhecer os serviços das óticas pessoalmente, na unidade física da loja (Rua Dom Pedro II, 363, Centro – Guarulhos/SP) e em redes sociais como Facebook e Instagram.

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